18 abr. 2008

Hagadá de Pessach não para dois.

Nossos pais comeram o pão da aflição a cada dia quando nossos ancestrais estavam como escravos no Egito. Devemos então lembrar como chegamos até aqui ,com as mentes e corpos nutridos pelo pão da aflição.E como ainda hoje grilhoes ainda aferram a tantos.

Hagadá de Pessach
(Pessach não para dois)

Mais uma estrela no céu desponta
Não .não conte a, por que o que teu dedo mostra ,vingará uma berruga.Abaixa.Mas não esqueça.

Lembra as palavras de tua mãe.Ouça as ,só.Contigo.
Apenas guarde as .E ao que o Criador disse,Ata as palavras ao coração e dize-as pela manha.Dize-as tambem ao se levantar, ao caminhares e ao dormires.
Em todos dos dias de tua sórdida vida.Lembra as a ti e ao filho que não tivestes em vida

Hoje é o dia.O dia que aquele que nos cria
E edificou o mundo.E descansou nele

Shabath de Pessach.Segue ,povo, a eras peregrino.
Outros mais encontraram sua casa.
Onde estará a nossa Terra Prometida?

Deixa .Deixa a poeira abaixar
Passarão se os anos
E Por que daqui a pouco toda força nos consome

Deixa. Acenda a vela antes que escureça
Para que nossos filhinhos não temam a noite
E á porta não adentre o mal anjo

Vira o defunto para o canto
Entorne as vasilhas
Feche os olhos
E apenas espere

Um dia para todos nos virá o descanso.
E não teremos mais benzas sobre nossas cabeças
Senão apenas memória da bênção que nossos ancestrais faziam

Não teremos sobre nós aspergido ao vazio
O óleo de nosso sacrifício
Um dia
Nesta terra ou qualquer outra
Estará mais próxima de nosso horizonte
Jerusalém,aqui ou onde
Aonde estará a destra do Soberano

Deixa.Não há para ti lugar naquela ceia
Deixa.Vaga te sozinho ,marrano
Deita.
Deita.
Olha as estrelas .A terceira estrela desponta

Como nos primeiros sinais de uma procura
por primavera após um longo e escuro ,um infindável inverno.É hoje o dia.
Comemoraremos nós as escondidas
Enquanto fecharemos as portas temendo que nos caluniem de sangue

Neste ano não teremos uma vez mais o cálice e a botija cheios ,mas aqui tão pouco, toma
Toma este pedaço de pão seco
Não neste há qualquer levedura
Erga- o aos céus para que este o abençoe.Salgue com o labor de teu corpo

Veja.Na falta do vinho esta cachaça
O nosso rústico vinho da cana

Então,brindamos
Junto a nossos solitários convidados
Fecharemos as portas e sob vigília

Em nossa sobriedade ergamos o pão
E em nossa solidão de peregrinos lembremos de velhas historias
e nossos antigos nomes
Assim como um dia chamadas serão nossas almas de nosso longo exílio

Nesta terra a qual pertencemos
Ainda somos nós também outros peregrinos
E nossas frestas e janelas são vigiadas a cada momento

Nós mesmos pouco acreditamo-nos e nos conhecemos tao pouco,
Apenas temos a mácula no sangue
Nós irmãos:
Brancos, mais claros ,mais mulatos
Não meramente na tez ,ou narizes , costumes ou nossos sobrenomes
Somos tão iguais
E tão dessemelhantes

Vinde.
E fecha a porta
Eis que a noiva se aproxima neste ocaso
Eis que subirá então a alva e a noiva, virá ladeada dos anjos.

Vinde,peregrino.Descansa,vinde conosco á fogueira ,deste frio.Um dia ,se não a teu corpo, mas a tua alma convidarão te a ceia.

Hoje, depois ,não mais apenas.
Mas um dia encontraremos descanso.E virá nos assim a esperança.

Yerushalaym
En Leste-Oeste
tan cerca, tan leja en nuestro soño.

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