28 may. 2008

Versos de Abril-Maio (ou cafonice e pieguice ingenuos)

Por Armando Aguiar à Ela.Foto da ponte sobre o Rio Paraiba,em Sao Fidelis.

(Hoje a noite sinto febre.E não posso escutar você.Talvez não mais procures
se não correr até você. Esta distancia até parece saudavel a seu coraçao.Mas baby,a noite está tão fria,por que uma só vez você não sente a minha ausencia e me livra deste vazio?)
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(Sei que existes não só por que teus olhos voam
Dão luz as coisas como janela aberta
Das constelações invisitadas
Teus amplos olhos são a luz que tenho
Sorriso teu a ofuscar todas as estrelas

Tua pele palpita como os caminhos
que percorre a chuva como meteoro
De tanta lua foram para mim o teu sorriso
De todo o sol a tua boca a brilhar na noite, intenso
De tanta luz ardente
inesquecivel mel em minha vida fria em sombra

e aqui falta é completar o universo
com o riso teu em meu retrato)

I-
Ani mabit mehachalom veze osse li dei atzuv
haaviv chalaf avar lo mi iodea im iashuv
haleitzan haia lemelech hanavi nihia leitzan
veshachachti et haderech aval ani od kan

vehie tov ihie tov ken lifamim ani nishbar
az halaila oh halaila itach ani nishar
ani mabit mehaechalom lirot im kol ze amit
mabit mehachalom um emalmel et tfilati
Ani mabit mehachalom ulai maguia yom hadash...
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Bem verdade que coloco palavras em sua boca
Mas tu não pensas em mim
Não da à mínima para o que escrevo
Ou cada detalhe que em ti percebo

Minhas flores murcham
Junto ao meu peito que pouco bate
Não tenho muito tempo ,meu amor
Parece bobagem,mas por isto eu corro agora
Estive dormindo
Despertando apenas quando ouvi seu nome

Esquece tudo que eu disse
Sei que você ira ,sim, esquecer
Assim como esqueces de mim
toda vez que pousas tua cabeça em teu travesseiro
e segues tranqüilas sem me colocar em tua vida

Enquanto durmo sufocando ,calado
Você não pode saber
Se soubesses de tudo ainda mais cedo...
Partirias ou por mim se apaixonarias
Mas não sinta se pressionada
Você tem me salvo mesmo assim a cada dia
Mas deixa assim como está
Sem a certeza da linha tênue a qual caminho todo dia
Basta um passo em falso
E Desejar correr demais ou apenas deixar o tempo
Que então eu cairei logo ao abismo

Estou a eira de trevas tão densas
E fecho os olhos na madrugada ,a sua espera
Na incerteza de sua presença...
Para que os dias não me levem
Rumo aonde basta pender à minha direita

Bem certo que seja bem pouco
Seus sonhos são grandes
Você não se interessa pelo meu mundo
Não com alguém que a ame
Nada posso do meu mundo falar
Você se assusta
Você não escuta
Você camufla
Você me arranha
(E eu te amo)

II-

Tu encantas con los ojos mas dulces y estrechos
Y mismo que ciego fuese,
solo a oir tu voz y sentir tu presencia,
yo me enamoraria por qué asi ,antes ,
el nuestro pasado yo te esperaba
En otras playas en busca de tus ojos
En largos años
Con tristeza buscaba a ti
sentindo mi vida y pecho tan huecos
Y ahora nesto tiempo
Cuando ahogando en silencio
ya cerrava las ventanas da esperanza
He llegado a mi
Y yo reencontré o mio amor
Y ahora he ayudado a recomezar
una otra vez,más um poco y de nuevo.


III-
Vem você vem vestindo dó
Dissolver o que já é só.
Vem que o resto é seu

Vem suprir e então saciar
Vem, faz rir esse triste olhar
Vem que o fim é meu

Se esse dom é por voce
e por nao ter um bom
Tao infeliz é se enganar
voce nunca sera quem diz
insatisfeto enfim perdi ,o nao

Sem você nao tem direçao.
Vou manter me assim sem funcionar
Vem que o resto é seu
Vem que o fim é meu

IV-
Mais versos inuteis em uma noite com febre e insone:

Meu amor
Quero te levar comigo
Neste sonho,mas deixa me antes
Fazer parte de tua vida
Seguir teu caminho
Meu amor
Nestes tons de verao
Primavera em meu outono da vida

Meu anjo
Minha flor

Em um abraço te ofereço ternura
E encontras um coraçao em bandeija e oferecido
Em outro procuras saciar o desejo
O que lhe e merecido?
O que enche teus olhos
Senao tua decisao de brincar com fogo e crer que na paixao nao ha aventura?
Ele que voce procura
E nao teme se machucar

Este amor impossivel
Este amor impossivel
por que nao amas a mim que estou ao seu lado?
Condenando me a fogueira ,eu que por teu amor sobrevivia


Sob Drummond:

É sempre no passado aquele orgasmo,
É sempre no presente aquele duplo,
É sempre no futuro aquele pânico.
É sempre no meu peito aquela garra.
É sempre no meu tédio aquele aceno.
É sempre no meu sono aquela guerra.
É sempre no meu trato o amplo distrato.
Sempre na minha firma a antiga fúria.
Sempre no mesmo engano outro retrato.
É sempre nos meus pulos o limite.
É sempre nos meus lábios a estampilha.
É sempre no meu não aquele trauma.
Sempre no meu amor a noite rompe.
Sempre dentro de mim meu inimigo.
E sempre no meu sempre a mesma ausência.


Poema antigo,com sentimento tão novo.Este dedicado desde 2004 a uma pessoa especial
Um amor imperfeito
Um amor distante mesmo quando em meus braços
Rasga não apenas coração,mas a alma
Com docilidade,fúria
Frieza,carinho
Perfeito por que imperfeito
Ao jeito que só ela sabe e pode ser.

" Minha Morena dos olhos dágua'

Mesmo tão distante
Em tão longas ondas,
Na freqüência da Web.
Percebo-a.Linda.
Ah,sim.Tu és linda
Com estes tão belos e negros cabelos.
Esta pele tão tênue
E esta languidez dos teus contornos...

Fascinas-me.
Embora estejas tão distante.
De certo é , seja um grande desvario,
Um sonho meu no qual insistentemente a almejo.
Ah,minha princesa
Pudesse de ti ouvir palavras
E não apenas estar
Continuadamente à espera.
Ficando aqui ,em um qualquer canto,
Doutro lado
Esperando da tela
Uma alguma resposta em teu nome.
Enquanto meu tempo passa e
À mim restando tornar inesquecíveis
as poucas palavras por ti enviadas.

Quantas , quantas léguas nos separam?
São ondas...
São freqüências.
E , quantos sonhos por mim desejados?
Contendo no peito
este teu rosto tão terno, por mim idealizado .
E este brilho ofuscante
destes teus olhos tão marcantes...
Os mais belos olhos negros que avistei
Miríade bela, suave ,estrela em alto mar.

Sim,És linda ,eternada.
Para iluminar os meus dias,
Tão cinzas, em pleno inverno
Para em ajuda ficar
Sob noite tão tua, noite enluarada.

*E por ti faria tudo de novo.
Um dia talvez lembrarás de mim,como quem sinceramente mais a amou.

14 may. 2008

14 de Maio."Mãe".Saudades.





































Ò minha mãe
Ando sem ti por estas tuas terras
Não há muito o que possa te contar
Se tivesses aqui tua companhia e não apenas este silencio
Pudesse ao menos ler tuas palavras
Mesmo sem tua companhia pudesse reavivar
Lembranças tuas
E tuas historias

Mas restas de ti apenas esta fina poeira que o tempo assopra
E nem mesmo ao lado tenho quem possa me ajudar a segurar isto que o vento insiste


Assim como caminhei sozinho até seu tumulo
Caminho sozinho por tua terra
Esperando a chuva a qual possa antigas historias me sussurrar ,prendendo teus restos em minhas molhadas mãos

Mas há pouco mais que nada
Apenas forçando os olhos volto ao tempo
Assim como contavas.
Então vejo as montanhas ainda cobertas de arvores
Bosques verdes e o gado branco nas vaus próximo das plantações
Vejo mesmo ate a casa de barro,
O casarão antigo
E a velha senzala que dizias ser mal assombrada


Mas o tempo passa
Cheguei tarde a sua terra
Por pouco perderia ate mesmo lembranças de teus olhos
De teus afagos de mãe e tua voz a ralhar me dizendo :
“Menino...Corre ,faça a vida
Mas não te desvies do bom caminho”

Ò minha mãe
Quanta saudade.
Fostes embora antes, no mês de todas as mães
E sabe a mão que te prometido,
Que faria que a conhecesse um dia?
E ainda hoje não tenho ,Aquela ,ao meu lado
Tentei correr como na canção.Mas só podia andar e tropeçando


Não posso mais que senão reter sonhos
Junto a s suas historias de família camponesa
Grassada pela derrocada ,sob a gloriosa Abolição
Empobreceram...
A descer das altas serras de São Joaquim, ao Arraial dos Milagres
Depois à Capital em que se encerrarias

Mas tu,Senhora defensora da liberdade própria não se lamentavas
Apenas seus queixumes ,sim, dos males, das saudades desta sua terra


E uma nostalgia assim ,estranha ,como esta quando caminho ao lado do Rio, o Paraíba.
As mesmas margens em que tu traçou o recomeço,
E eu ainda em um sonho achei ter começado também a viver a vida

Saído da Capital da qual me vou sem jamais ter encontrado espaço
Aqui abano as mãos ao vazio até onde a vista alcança...
O largo rio sereno e suas águas turbidas
Na praça vejo a minha saudade
Nas terras do passado agora também , tristes
Sem arvores
As poucas crianças
Uma roça desamparada de picos desnudos sob o céu cinza, mas sem chuvas abundantes


Não se enxerga mais a casa
As plantações
Nem restos nos velhos túmulos semi-abandonados
Os anos levaram tudo ,mãe

O minha mãe
Lamento por que Tu repousas agora longe de tua terra ventre
A anos esperastes voltar a seus ancestrais para agora em esquecimento
Longe de tua origem
Tão longe de casa

Assim como lograstes ao teu filho ser igual peregrino
A andarilho pelas terras
Sem encontrar deveras lugar para pousar nestas noites
Por que onde está minha casa?


Sou bisneto de uma fé bastarda
Órfão já velho
Nem mesmo uma vida madrasta para confortar me
Tenho de tocar meu caminho
Sozinho apenas
Guardando estas lembranças
Morrendo com esta saudade de tudo que não vivi antes
A mesma saudade que me arrebata dos sonhos
E fá-me cansado cigano


Geny
Geny
Por onde caminhas agora?
Ainda existes ou apenas açoitas os teus roubando as vagas lembranças?

14 de Maio de 2008.
Armando Aguiar
00:47

8 may. 2008

Yom Hazikaron e Yom HaAtzmaut-Israel 60 anos


O dia 4 de Iyar, véspera do Dia da Independência, foi definido pelo Governo de Israel, em 1949, como o Dia de Recordação aos caídos nas batalhas para o estabelecimento do Estado de Israel em sua terra, em sua pátria, na Guerra da Independência e nas que a seguiram.

De acordo com a Lei, na noite do dia 4 de Iyar em Israel todos os locais de entretenimento ficam fechados. As bandeiras são abaixadas em todos os lugares públicos a meio mastro, velas de recordação são acesas em todos os edifícios públicos e sinagogas, as pessoas se reúnem nos cemitérios militares, e são realizados atos de recordação públicos. Desde 5725, o ato de abertura deste dia se realiza no Muro das Lamentações. Na oração da manhã, Shacharit, muitas sinagogas agregam uma oração especial por esta Recordação.Antes do meio-dia, se escuta em todo país um toque de sirene de dois minutos, e todos os habitantes de Israel para suas atividades e permanecem em pé, em silêncio.

Ao término de Yom Hazikaron, iniciam-se as comemorações de Yom HaAtzmaut, o Dia da Independência de Israel.O dia 4 de Iyar recorda para todos os caídos em todas as guerras que Israel teve que suportar com seus vizinhos paises árabes. Sempre em minoria, enfrentando exércitos grandes e numerosos, Israel lutou a Guerra da Independência (1948), do Sinai (1956), dos Seis Dias (1967), de Yom Kipur (1973), Operação Paz na Galiléia (1982), Intifada (1987), Guerra do Golfo (1991), Intifada de Al Aksa (2000-2002) e a Guerra do Líbano (2006).

Moderno Estado de Israel 60 anos de existencia!

Chai am Eretz Yisrael
Hatikva!!!