6 nov. 2008

Overside II

“Overside II” trechos

Seguindo o ritmo da mesma canção
A mesma melodia a qual trilha a minha vida
O mesmo acorde todo dia
A sensação de êxtase enquanto jaz se em melancolia

Nem como sei que explico
Mas assim é a rusga do dia dia
Meu preciosismo inveterado
A compor meu silencio observando o mundo

Não é esse meu lugar
Não é este o meu tempo
Passaram se minhas horas e nem dei me conta disto

Nascido após a própria morte
E por isto este descontentamento ao enxergar este mundo
Esta dor que nunca passa
Este frio que jamais cede ao sol que nao aquece meus dias
Minha obsessão pelo exílio
Utopia a vida lenta e do amor platônico sempre impossível

Escapando por um triz ate não sei mais quando
Pela beirada do abismo
Enxergando o que nele tem de mais profundo
A eira d’ abismo, sentindo a doce vertigem..

Por covardia sem pode libertar-me
Por covardia, pois sei que não irei
esta atitude tomar
Vou caminhando a passos lentos
Pela covardia
Destruindo a minha vida

Cada dia sendo o ópio.
A droga que alucina envenenando me o sangue
Esta insatisfação tão plena
a cada alegria que me é efêmera.

Nem quero derramar uma lagrima.
Pois não tenho motivo por que chorar
Apenas livrar-me deste vicio,
meu descontentamento

Escapando por um triz ate não sei mais quando
(continua...)
Carpe Diem

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