19 ago. 2009

EM HOMENAGEM VÍTIMAS DO TERRORISMO NA ARGENTINA-O 18 de Julho em 18 de Agosto

En homenaje a las victmas del terrorismo en la Argentina,sobre lo acto de 18 de Julio en 18 de Agosto (ayer)

Uma comitiva brasileira, integrada por deputados e líderes do ishuv, participou nesta terça-feira em Buenos Aires do ato em homenagem às vítimas do atentado contra a sede da Asociación Mutual Israelíta Argentina(AMIA), que matou 85 pessoas em 1994.Cerca de 3 mil pessoas,entre elas a presidente da Argentina Sra Cristina Kirchner, compareceram à cerimônia, realizada em frente ao prédio, reconstruído, da AMIA

Realizado 15 anos após o maior ataque terrorista da história argentina, o ato incluiu em seu programa o Encontro Internacional de Parlamentares, organizado pelo Congresso Judaico Latino-americano (CJL), que é presidido pelo brasileiro Jack Terpins. O evento contou com a presença de congressistas do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai, que, além de homenagearem as vítimas do atentado, debateram formas de combate ao terrorismo.

A comitiva brasileira foi composta por Henry Chmelnitsky, vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib),e deputados entre eles o deputado federal Maurício Rands(PT-PE).Maurício Rands, que após um ano de mandato na liderança do PT (2008 a 2009) tornou-se membro da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados “foi um ato de solidariedade importante que nós fizemos, (...)Ficamos junto aos familiares em um ato muito bonito. Evidentemente que nós queremos que a comunidade internacional apóie estas investigações e os pedidos de capturas que têm sido feitos pelo procurador da Argentina, já com a aceitação da Interpol”.

Na segunda-feira, os participantes do encontro parlamentar puderam conversar com pais de algumas vítimas e esclarecer os detalhes da investigação com o promotor responsável pelo caso, Alberto Nisman.

“Os familiares das vítimas colocaram o quão mal se sentiam como argentinos, pois o que aconteceu não foi uma ação apenas contra os judeus, mas contra o Estado argentino, uma agressão nacional. O promotor do caso colocou dados importantíssimos, como a maneira que foram dificultadas as investigações”, relatou Henry Chmelnitsky. Ninguém está preso ou condenado pelo ataque terrorista contra a AMIA, que, além de matar 85 pessoas, deixou mais de 300 feridos.

O presidente do CJL, Jack Terpins, considera "de suma importância relembrar ano a ano, esta tragédia, não só como lembrança à memória dos que pereceram, mas como um chamado à justiça, pois passados 15 anos, os culpados seguem impunes, e caso nada seja feito, abre-se um precedente para que atos como esse possam se repetir.

kol hakavod.
e valeu companheiro!

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