27 ago. 2009

Repúdio ao racismo no Chile

A comunidade judaica do Chile se solidarizou com a comunidade palestina pelas pichações às suas instituições


Neste sentido, o presidente da CJCh, Gabriel Zaliasnik, emitiu uma nota solidarizando-se com a comunidade palestina, expressando que "a CJCh como tem sido sua posição histórica, repudia qualquer fato ou ato que direta o indiretamente impliquen em qualquer forma de importar o conflito do Oriente Médio ao nosso país".

Assim recebi o informe da Agencia Latina , e que deve ser divulgado.Segundo o informe frases como "Palestina não existe" e "árabe = terrorista" foram algumas das frases que apareceram pichadas no muro do Colégio Árabe e do Clube Palestino, no final do mês de julho, fatos que foram, imediatamente, condenados e repudiados pela comunidade judaica do Chile (CJCh).Vale lembrar que ha uma estimativa de que haja no Chile entre 500-800 mil,descendentes de árabes palestinos ,a maior colônia fora da Asia.

"Ambas comunidades -palestina e judaica- tem a obrigação de contribuir com a manutenção e aprofundamento dos laços de amizade que, ao longo de mais de 100 anos, tem se desenvolvido no Chile, e pelo mesmo não podemos permitir sob pretexto algum, que nossa convivência possa vir a ser abalada por ações de terceiros. Desejamos a paz para nossos povos e devemos mostrar nosso exemplo de paz e fraternidade no Chile", concluiu Zaliasnik.

26 ago. 2009

(hoy no soné)

hoy soñé que millones de años son transición,
Hoy soñé que el centro del daño ,no se acercó.
Por cada risa que debo y tú no estás,
Yo sé podré borraria lo que tú recuerdas,
si juntos somos como D-os.

Hoy soñe que tus manos me llevan, que eres mi voz!
Por cada risa que debo y yo no estoy,no más...
(Por cada risa que debo y tú no estás)
Yo sé podré ,borraria lo que tú recuerdas
(yo sé podré yo borraria lo que tú recuerdas)
Si juntos somos como D-os.
(si mi ataste al cielo,como olvidar?fuimos como angeles.
siameses)

Yo sé,pudiese borraria lo que tú recuerdas
Si juntos somos en D-os

miercoles ,26 agosto .2:00 a.m

siempre el aire vuelvo
al espacio que quedó,
Oye las palabras
Que algún día recordó,
las que canto,canción son.

y aunque hayas escuchado esta canción
que todos quieren tu amor
Todos quieres saber como sos
Que sentís donde estas
Y las cosas que vas a hacer

Y aunque ya hayas escuchado de muchos esta canción
y muchos mirado en tus ojos como yo
y aunque siempre tengas deseos y la soledad
lo que dicho fue toda verdad
no me dejes estar fuera de voz
no me sueltes por favor

25 ago. 2009

Porque ainda ser de Esquerda?

Ou o desabafo apos o festival de cachorrices no senado e as opiniões dos tradicionais e cegos conservadores.Ou arranjando desculpas-e das boas-para permanecer no PT,quando muitos estão abandonando é o barco...

Apoiado no fim do "socialismo real" e em certo desencanto com o governo do PT, o pensamento conservador alardeia o fim das fronteiras entre esquerda e direita. E no entanto, elas ressurgem em toda parte: por exemplo, na resistência ao Bolsa Família, às cotas nas universidades e à ação do MST

As vezes penso."Perco tempo dentro de minha maneira quase proletario apedeuta e abro alguns livros. Sem a corriqueira masturbação de intelectuais de esquerda que tanto falam, tanto verborragizam deixo lhes a biografia:existem duas obras paradigmáticas à reflexão sobre a díade esquerda-direita, ambas publicadas em 1994: Direita e esquerda — razões e significados de uma distinção política, de Norberto Bobbio e Para além da esquerda e da direita, de Anthony Giddens. Os dois autores,que tenho em mãso via simples copias de xerox, cada qual à sua maneira, buscavam refletir sobre os rumos a serem tomados pelos 'órfãos' do socialismo que, no imediato pós-Guerra Fria, estavam epistemologicamente enlutados pelo que percebiam ser o fim de suas utopias mais caras, ainda sob o impacto do mundialmente famoso artigo de Francis Fukuyama – "O fim da história e o último homem", de 1992. Bobbio defendia a legitimidade da díade esquerda-direita para analisar e entender o cenário político atual. Já Giddens acreditava que o mundo mudou radicalmente e que, por isso, os conceitos de esquerda e direita são anacrônicos. Fukuyama, por fim, dizia acreditar que a humanidade chegara ao seu estágio máximo de evolução com a universalização da democracia liberal ocidental.

Bem, agora cito o que citaram: uma obra menos conhecida entre os brasileiros por nome de 'La Droite et la Gauche – Qu’est-ce qui les distingue encore? [A Direita e a Esquerda - O que ainda as distingue], de Claude Imbert, diretor de redação da revista Le Point e Jacques Juliard, articulista da revista francesa Nouvel Observateur.Isto foi possivel saber via leitura de Le Monde Diplomatique. Segundo o esboço ,cabe bem aqui. É um livro, de 1995, e que é construído na forma de um diálogo respeitoso e construtivo entre dois amigos. Imbert representa o pensamento “de direita” e Julliard o pensamento “de esquerda”. Nessa obra, os autores apresentam um panorama crítico e intelectualmente impecável do que vem a ser a direita e a esquerda num mundo onde a clivagem ideológica bipolar não mais existe.

Carissimos,até podemos pensar que algumas bandeiras da esquerda tradicional sejam anacrônicas para a maioria dos países do "primeiro mundo", que já possuem redes de proteção social e uma política sólida de distribuição de renda, duramente conquistadas no período pós-Segunda Guerra...mas...sempre tem um 'porém',porque ao bel exemplor ,e prazer, vemos na França de hoje uma repetição de discursos que nos são velhos conhecidos, enunciados pelo atual presidente Nicolas Sarkozy, acerca da ineficiência do Estado e da conseqüente necessidade de sua “modernização”. Se Madame Tatcher e Fernando Collor de Mello não estivessem vivos e gozando de boa saúde, era de se imaginar que estivessem encarnados no presidente francês. Ele busca, tardiamente, colocar a França nas regras ultrapassadas do Consenso de Washington, subtraindo da nação francesa um papel mais efetivo que pode, e deve, ter na discussão de alternativas ao modelo hegemônico da atualidade. Atlético, “jovem” e dinâmico, Sarkozy tenta passar a imagem do reformador valendo-se de estratégias discursivas perlocutórias, no intuito de induzir os cidadãos a concordar com a velha novidade de mudanças que visam agradar o sistema financeiro internacional.

Lula versus Chávez? Quem vê a esquerda sul-americana dividida "esquece" que a região não é homogênea

Na América Latina, por outro lado, os líderes de esquerda mais expressivos do momento, Evo Morales e Hugo Chavez, efetuam o retorno a um discurso castrista que, na visão de muitos analistas, é um anacronismo impensável dentro de padrões contemporâneos. Mas de qual contemporaneidade estamos falando? Um capitalismo predatório só pode ser amenizado com uma esquerda mais incisiva. Talvez estejamos assistindo, em tempo real, um conjunto de situações históricas de um passado que insiste em se fazer presente. Posto que a situação sócio-política da América Latina difere, e muito, daquela dos países desenvolvidos, podemos perguntar aos críticos de Chavez e Morales se conhecem as bases absurdamente arcaicas que o capitalismo ainda possui nesses países e o trabalho que seus chefes de Estado vêm fazendo no sentido de resgatar sua soberania, o poder sobre seus recursos naturais e sua dignidade no cenário internacional.Alias precisassem conhecer um pouco mais da periferia do proprio Brasil

A propósito dessas diferenças, em um badalado artigo publicado na Foreing Affairs, em 2006,de quem guardei 'um recorte e cole dos bons',proletario apedeuta que sou prezo me em dizer das fontes que copio. Afinal,somente os intelectuais que pensam, não o é?jamais plagiam. Nesta Jorge Castañeda se propôs a explicar ao público leitor de língua inglesa que existem duas esquerdas na América Latina – uma moderna e outra populista. O primeiro grupo teria em Lula e na presidente chilena Michelle Bachelet seus principais representantes; o segundo, seria encabeçado por Chávez e Morales. O que talvez tenha escapado à compreensão de Castañeda é que o Brasil e o Chile são países mais modernos e desenvolvidos do que o são a Venezuela e a Bolívia.E as formas distintas de racismos e exploraçao pelos europeus distintamente sofreram. Portanto, é de se esperar que nos dois primeiros a esquerda tenha modernizado seu discurso e sua plataforma. Já na Bolívia, o país mais pobre da América do Sul, e na Venezuela, que vive quase que exclusivamente de renda de petróleo, o suposto populismo do qual seus governantes são constantemente acusados talvez seja uma resposta ao populismo fundamentalista de mercado que varreu a América Latina no período crítico da globalização e que piorou significativamente os índices sociais dos países mais vulneráveis ou mais adesistas às novas orientações — como a Argentina, por exemplo.

Falando especificamente da realidade brasileira, após a ascensão do Partido dos Trabalhadores (PT) ao poder, as forças de esquerda passaram por uma séria crise de identidade, quase como um processo de luto da utopia perdida. Aquilo que esperavam do primeiro governo de esquerda brasileiro não se concretizou — ou seja, um reforma estrutural profunda em relação às regras rígidas do neoliberalismo mundial. Não foram poucos os intelectuais que se alternaram em posições ora extremamente críticas, ora extremamente lenientes, na avaliação do governo Lula, principalmente nos eventos recentes. Se levarmos em conta as opiniões dominantes na grande mídia, o Brasil enfim teria descoberto a corrupção, o clientelismo e outras práticas supostamente nascidas com o governo petista — malgrado os quinhentos anos de “cultura da cordialidade” que parecem ter sido esquecidos pelos neo-oposicionistas do momento.

No Brasil, cotas nas universidades e Bolsa-Família despertam o elitismo arraigado entre as elites

E ,um titulo provocativo ou ao modo de 'pimenta nos olhos dos outros e´refresco'.
No Brasil contemporâneo, a díade esquerda/direita adquire caracteres bem mais amplos e sutis do que a possibilidade de uma mudança radical de um modo de produção capitalista para uma economia socialista. Existem componentes periféricos que não podem ser negligenciados nesse debate. Cabe à esquerda ficar alerta às tentativas de distorção e neutralização de seu conteúdo programático, que freqüentemente chegam disfarçadas em cientificismos, pseudo-humanismos e uma gama infinita de argumentos retóricos e assustadoramente tributários do senso comum. Ao reconhecermos as diferenças entre os sistemas econômicos de exclusão dos países latino-americanos, estendemos o nosso olhar à necessidade imperiosa de ações que revejam o legado capitalista em nossa história.

Elas se dão na forma de algumas proposições políticas atuais que enfrentam um alto grau de reação por parte da mídia e da inteligentsia brasileira. Convidam a perguntar o que nos faz atores políticos de esquerda em um país como o Brasil, que não empreende medidas rupturais profundas em relação ao seu modelo econômico — e possui sérias limitações internacionais de atuação?

Reforma Agraria

Pensamos que o posicionamento de um cidadão frente a cotas nas universidades públicas, programa Bolsa Família e reforma agrária é um bom indicativo de suas posições políticas: se são de esquerda, ou de direita. Acreditamos que o engajamento de esquerda no Brasil passa (não exclusivamente, mas necessariamente) pelo posicionamento favorável a essas políticas. Ser a favor, nem sempre significa ser 100% a favor. Não esperamos que alguém seja ingênuo para pensar que a política de cotas, o programa Bolsa Família (PBF) e a atuação do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) em prol da reforma agrária não sejam passíveis de críticas. Mas essas não podem paralisar um debate maior sobre a brutal desigualdade social brasileira.

Cotas

A atual política de cotas envolve importantes mudanças políticas rumo à redução de desigualdades históricas. Isso não significa que as cotas irão apagar, como num passe de mágica, os séculos de exploração e injustiças praticadas contra os afro-descendentes brasileiros. Mas representam, sim, um avanço importantíssimo que provoca reações incríveis por parte daqueles que compõem a nossa direita.
Os Diogos Mainardis, alimentos permanentes ao preconceito contra a modesta redistribuição de riqueza.Alias tenho vergonha da turma que bate palmas a este sujeito que insiste em analizar a sociedade brasileira la da Suiça.Que direito ele tem?Turma do passaporte. Facil esta, facil se vai. Se este velhaco ao menos descesse ao seu cafofo no luxuoso Morumbi Paulista e admirar as favelas proximas...

E estes recorre-se ao conceito de meritocracia para negar a validade da política de cotas. Ora, desde quando a meritocracia reina neste país? (veja o artigo escrito anteriormente: (leitura Brasil-escravidao-aboliçao,parte I-porque sou a favor das cotas http://vidasmarranas.blogspot.com/2009/08/historia-do-brasil-escravismo-e.html ) Se respondermos positivamente a essa pergunta, seremos forçosamente conduzidos a uma conclusão evidente de que pobres e negros estão na situação vulnerável em que se encontram por sua própria culpa, e que nossas elites trabalharam duro para chegar onde estão – no topo da pirâmide de um país com um dos piores níveis de distribuição de renda do mundo.

Assistimos, espantados, as mais sofisticadas descobertas científicas que revelam a forte carga genética européia contida em nossos negros, que não seriam tão negros quanto pensam e, logo, a política de cotas seria uma fraude. Outros alegam, alarmados, a introdução oficial do racismo no Brasil, a incitação ao ódio inter-racial e outras pérolas. Elas denunciam um mal-estar significativo frente à hipótese de um negro sentar-se ao lado daqueles que julgam ocupar o lugar de núcleo pensante de nossas universidades públicas por conta, única e exclusivamente, de seus méritos.

E a situação poderia ficar pior, caso nossos negros, além de tudo, queiram dar uma outra interpretação à nossa história: não aquela positivista, heróica e branca, em um país cuja dívida com índios, negros, pardos e mulatos ainda precisa ser paga.
Outro argumento contrário à política de cotas baseia-se no entendimento de que deveríamos melhorar a educação de base, para que egressos de escolas públicas e privadas estivessem em nível de igualdade ao fim do Ensino Médio. Certamente essa é uma ótima idéia, mas quantas décadas, ou mesmo séculos, precisaríamos esperar para que pudéssemos presenciar os resultados dessa medida? Esse tipo de proposta parece um típico discurso brasileiro utilizado quando se quer deixar as coisas como estão: alegar a necessidade de algo mais profundo quando se tem a urgência de algo imediato. O resultado final é que, geralmente, nada é feito.

Bolsa Familia não é Bolsa Preguiça

Outro passo coerente é o posicionamento em relação ao Programa Bolsa Família (PBF), que efetua uma transferência direta em favor das famílias em situação de pobreza (com renda mensal por pessoa de R$ 60,01 a R$ 120,00) e extrema pobreza (com renda mensal por pessoa de até R$ 60,00), de acordo com a Lei 10.836, de 9 de janeiro de 2004 e o Decreto nº 5.749, de 11 de abril de 2006. Novamente, nesse caso, assistimos à santa à santa indignação daqueles que afirmam que o ideal seria um programa de geração de empregos. Para eles, o PBF é esmola e estimula a vadiagem de quem, ao invés de produzir, contenta-se com o dinheiro “fácil” recebido mensalmente.

Em um país que ocupa uma posição vergonhosa em termos de distribuição de renda — o décimo mais desigual do mundo — não deveria uma solução dessas ser aplaudida como algo que visa reduzir minimamente a nossa brutal desigualdade, em um arremedo de estado de bem-estar social que nunca tivemos, já que pela percepção da facção radical de nossos representantes liberais, pobre só é pobre porque é vagabundo? Para entender como se processa essa apreensão tão rasteira da realidade, temos as colunas do caricato Diogo Mainardi e seus seguidores, que fornecem dados semanais à ignorância e ao preconceito de nossos conservadores anônimos, ou nem tanto.

Resgate da dignidade dos mais pobres: o que a mídia faz questão de esconder sobre o MST.

Para a Midia e elite é tudo 'baderneiro'.Cito Rousseuau:maldito o dia que um montou a cerca e disse:é meu.Qual maior premissa que direito a vida?É defender a propriedade privada???

O Bolsa Família restitui a dignidade de muitas famílias que são beneficiadas pelo programa. Sim, mas existem distorções, dirão alguns, “tem gente que está trabalhando e ainda assim está inscrito no PBF, recebendo regularmente o benefício”. Logo, o programa deve ser extinto. Dentro dessa linha de raciocínio, deveríamos extinguir também o INSS, o SUS, quem sabe até o Congresso Nacional, e todas as instituições passíveis de corrupção nesse país e deixar o incorruptível e isento mercado dar o rumo às nossas vidas – embora os liberais mais esclarecidos já não compactuem com semelhante discurso.

Não ignoramos a urgência de medidas que visem a resolução estrutural de problemas nacionais e que tornariam desnecessário o Bolsa Família, tais como a redução nas taxas de juros, a criação de novos postos de trabalho com o incentivo ao capital produtivo entre outras medidas de médio e longo prazo. Contudo, não são excludentes à aceitação do PBF como uma medida eficaz de redução da desigualdade em curto prazo.
E, finalmente, a reforma agrária e sua expressão maior no país: o MST, que, para alguns (de esquerda), simboliza a luta pela justiça no campo, e para outros (de direita), são os Talibãs tupiniquins, inimigos do agro-business, ameaças à sacra propriedade privada e aos latifúndios formados “meritoriamente” no decorrer de nossa história.

O MST é internacionalmente conhecido e respeitado como o maior e mais organizado movimento pela reforma agrária do mundo. Mas aqui, os sem-terra são demonizados pela grande mídia, que se concentra tão somente no fato de haver ocupações de terra, cuja violência é sempre parte da reação dos fazendeiros na proteção de seus direitos sagrados à terra de que o próprio Deus parece ter-lhes passado a escritura.Demonizo os latifundiarios.E os estragos que fazem via especulaçao, monopolios, exploraçao do exercito de reserva...

Jamais se mostra, em qualquer mídia, o trabalho social engendrado pelo movimento, que ajuda pessoas em estado de miserabilidade total, alcoolistas e candidatos ao lumpensinato, rumo ao pertencimento a um grupo e ao compartilhamento do sonho de uma vida mais digna.

Não se está negando que o MST cometa alguns excessos e que possui falhas – são suficientemente denunciados casos de famílias que ganham terra, vendem e voltam de novo para a fila. Mas como esperar, em um país onde todas as instituições de Estado são falhas, que um movimento social seja perfeito? Nossa situação agrária é herdeira do passado colonial desse país. Nossos latifúndios prosperaram durante séculos com a mão de obra de escravos que foram jogados à margem da sociedade quando da mudança para a mão de obra assalariada e européia (não é difícil perceber a relação entre a luta pela reforma agrária e as políticas de cotas ...).

A essa situação agrária retrógrada e concentradora de renda e a esses latifúndios cuja construção histórica passou longe de qualquer meritocracia, o MST é uma justa resposta. Vem exercendo uma resistência pacífica contra a injusta distribuição de terras, denunciando ao Brasil e ao mundo há décadas que somos um país vergonhosamente desigual.

A díade esquerda/direita está mais viva do que nunca, ainda que exista um imenso esforço rumo a um consenso centrista radical que nega a validade de posicionamentos mais assertivos.


Michel Foucault afirmava que “onde há poder, há resistência”. Quanto mais vertical e impermeável se apresenta esse poder, mais se necessitam ações que não obstruam um tensionamento político necessário para que os dados continuem rolando, sob pena de cair no totalitarismo em suas múltiplas formas.

Direitos não são concessões, são conquistas. Talvez atores políticos como Hugo Chavez e Evo Morales e programas de cotas, PBF e reforma agrária nos termos propostos pelo MST não sejam indicados no Canadá, Noruega, Inglaterra e outros países onde o capitalismo se mostra mais domesticado e reformado. Mas dentro da realidade brasileira e latino-americana, essas ações sustentadas pela esquerda e pela maioria de seus apoiadores tornam-se uma real esperança de superação de desigualdades. Para que sejam dispensáveis no futuro, são atualmente imprescindíveis.

Terra ,trabalho e liberdade.

Foi um desabafo daqueles de pobre rapaz latino americano.Talvez nunca fale destas coisas nos espaços que devessem escutar um pouco desta realidade:&*¨%$@!

24 ago. 2009

'I just died in your arms tonight'/and the 'Precious'

(playing The Angel)'I just died in your arms tonight'

http://www.youtube.com/watch?v=fsLzVhAC-JA
Precious and fragile things
Need special handling
My God what have we done to You?

We always try to share
The tenderest of care
Now look what we have put
You through

Things get damaged
Things get broken
I thought we'd manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give

Angels with silver wings
Shouldn't know suffering
I wish I could take the pain for you

If God has a master plan
That only He understands
I hope it's your eyes He's seeing through

Things get damaged
Things get broken
I thought we'd manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give

I pray you learn to trust
Have faith in both of us
And keep room in your hearts for two

Things get damaged
Things get broken
I thought we'd manage
But words left unspoken
Left us so brittle
There was so little left to give
Depeche Mode ,Precious

23 ago. 2009

Badad

O homem é feito do barro,
Tão facil ele ,ao pó que escoe
Tão facil teme e volta
Tão rápido se declina e contempla o mar
ao pó,ao pó
com o que se depara

porque o amanhã?
não podemos saber o que há de ser o amanhã
contudo é dificil constantemente ser forte

E este homem se exaspera
Se cala ,distancia-se
quebrou o espelho ,e a eira volve-se
Retornar a sua propria destruição?

Badad,Badad
Alone, alone...
Caminhamos a cada noite
O retorno é sempre um caminho dificil
É sempre uma orla
De um mar ou abismo
Um mundo menos real que o sonho intangivel?

Bem verdade quando a sorte é lançada
São perolas lançadas ao mar
(as ondas também levam)
à refrega,cada manhã

20 ago. 2009

LatinoAmerica:plural y en busqueda de su verdadera emancipacion

(en portunhol)

Con el acto realizado sobre la Amia,y la convocatoria de muchos parlamentares de paises de latinoamerica,veamos que los Parlamentos de los países hermanosde Latinoamérica asi debesen representar la voluntad de los pueblos y encarnar a la Democracia .O asi debemos tambien hacer.La grand midia por veces, muchas, tergiversa las informaciones y mismo promoven golpes y aliena nuestra gente. Todavia,creo,en una campana conjunta,com uso de la midia alternativa, presion en nuestros grupos de accion y no calarmo nos almilitarismo evidente en Colombia,la interferencia americana en aquello pais, posicionarmonos contra el golpe en Nicaragua, contra mismas dimaciones en Venezuela en que muchos grupos desean crear un clima de desestabilizacion yunto lo gobierno. Todos como hermanos somos todos responsables de definir el andamiaje legal de cada uno de los países, y por asi tenemos la responsabilidad institucional central para defender la convivencia democrática, construir sociedades pluralistas y a cuidar de los derechos humanos.En espacio menor, jamas dejar de hablar y por asi escrebir una otra historia de nuestra America,una historia en que la gente comun en busqueda de protagonismo por siclos impedido

Aun pensando sobre los actos de Amia debemos recordar que todos somos responsables por cada uno. Lo propio acto traje la verdad que independiente de religion o etnia pertenecemos todos a esta tierra.Cada cual con sus historias ,historias muchas caladas pelo colonialismo que perduro y arrancó milliones de sus raizes ,como caso de africanos y a otros milliones massacro fisicamente o culturalmente ,caso de los pueblos amerindios.Entonces, escribo, aca,al mismo tiempo sensibilizado por el dolor de los que sufriron el acto de terrorismo, sin cualquier metafora,vimos que como se logró reinstalar la vida en antigo predio donde se sembró la muerte, en nuestra America ,hoy ,descolonizada,debemos seguir en lucha para que procesos de emancipaçao ,hoy no mas de Estados, pero de individuos,por cuestiones muy más de las necesidades personales, sean alcanzadas.Por asi debemos reafirmar el compromiso de trabajar activamente en cada uno de nuestros países para aportar a la prevención y el combate del todas formas de exclusion, y no solo cuestiones tan amplias que debaten tanto lo terrorismo internacional,y esto un flagelo que atenta con la vida, la convivencia y la democracia,pero sin antes mismo tratar de cuestiones pontuales ,o premisas basicas que tratan de la salud, salud de jovenes,da mujer,control de doenzas, mejor educacion publica, aceso a educacion superior, trabajo digno,etc

Aca tiento hacer una critica construtiva al mirar la realidad tan simples y por veces no vista.Se al terrorismo se lo combate con la Democracia y con el imperio de la ley, por ello, es central el rol de los Parlamentos al momento de legislar y asi de definir los instrumentos con lo que contarán los Estados para prevenir y evitar que ataques como el de AMIA se puedan repetir.Pero no solo. Asi como en lines atras escrebi,debemos actuar contra aun problemas de ordene social y de estructuras.Al desigualdad se combate con politica publica y verdaderas acciones que ayuden nuestra gente de muchas origenes,y en lo combate a cualquier discriminacion de color, religion o genero.

Por asi todos, exhortamos a multiplicar los esfuerzos para que la Justicia alcance a los responsables.De la cuestion de Amia, y muchas otras que olvidan se como casos de desaparecidos aun de las dictaduras de los anos 70-80,el caso Ycua Bolanos en Paraguay ,terrible incendio en que protagonizo el poder de interese comercial en detrimiento de la vida humana.Y por asi muchos casos y procesos de ocultacion contra la propia justicia en paises hermanos ,comoen Brasil,como veamos en los poderes paramilitares en ciudades como Rio y asi abusos contra los derechos humanos y mismo la libertad politica. Apelamos aca la cooperación de la comunidad como un todo.Todos debem tener el derecho de compartir las luchas y no más renderse a las manchetes de TV o periodicos que ocultan las otras historias.Vamonos en la búsqueda de Justicia y en el combate contra contra toda forma de violencia moral o fisica contra nuestra gente. Que nuestras acciones sean no solo en palabras ,pero tambien en acciones practicas.Si en palabras,pero yunto a discusiones,a participacion con intuito de en charlas y comunicacion, colocar en practica o que muchos solo hacen en teorias.

El siglo XXI encuentra la América Latina en su búsqueda de cumplir su vieja aspiración de alcanzar una sociedad más justa con democracia, y que en tengan asi los valores supremos de la Convivencia, Paz y Justicia!

Armando Aguiar



ימלא פי תהילתךכל היום תפארתךאל תשליכני לעת זיקנהככלות כוחי אל תעזבני

"Mas dizem os meus motejadores:Que poderias tu,se és um só ,contra tantos? Só deploro ser esmagado pelo número,contudo esses vossos pensamentos e palavras ainda mais refervem meu interior e bradar que é impiedade ter piedade de ímpios,soberbos,contumazes e obstinados.Vencerei-os pela argumentação" Uriel da Costa

19 ago. 2009

EM HOMENAGEM VÍTIMAS DO TERRORISMO NA ARGENTINA-O 18 de Julho em 18 de Agosto

En homenaje a las victmas del terrorismo en la Argentina,sobre lo acto de 18 de Julio en 18 de Agosto (ayer)

Uma comitiva brasileira, integrada por deputados e líderes do ishuv, participou nesta terça-feira em Buenos Aires do ato em homenagem às vítimas do atentado contra a sede da Asociación Mutual Israelíta Argentina(AMIA), que matou 85 pessoas em 1994.Cerca de 3 mil pessoas,entre elas a presidente da Argentina Sra Cristina Kirchner, compareceram à cerimônia, realizada em frente ao prédio, reconstruído, da AMIA

Realizado 15 anos após o maior ataque terrorista da história argentina, o ato incluiu em seu programa o Encontro Internacional de Parlamentares, organizado pelo Congresso Judaico Latino-americano (CJL), que é presidido pelo brasileiro Jack Terpins. O evento contou com a presença de congressistas do Brasil, Argentina, Chile, Colômbia, Paraguai e Uruguai, que, além de homenagearem as vítimas do atentado, debateram formas de combate ao terrorismo.

A comitiva brasileira foi composta por Henry Chmelnitsky, vice-presidente da Confederação Israelita do Brasil (Conib),e deputados entre eles o deputado federal Maurício Rands(PT-PE).Maurício Rands, que após um ano de mandato na liderança do PT (2008 a 2009) tornou-se membro da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara dos Deputados “foi um ato de solidariedade importante que nós fizemos, (...)Ficamos junto aos familiares em um ato muito bonito. Evidentemente que nós queremos que a comunidade internacional apóie estas investigações e os pedidos de capturas que têm sido feitos pelo procurador da Argentina, já com a aceitação da Interpol”.

Na segunda-feira, os participantes do encontro parlamentar puderam conversar com pais de algumas vítimas e esclarecer os detalhes da investigação com o promotor responsável pelo caso, Alberto Nisman.

“Os familiares das vítimas colocaram o quão mal se sentiam como argentinos, pois o que aconteceu não foi uma ação apenas contra os judeus, mas contra o Estado argentino, uma agressão nacional. O promotor do caso colocou dados importantíssimos, como a maneira que foram dificultadas as investigações”, relatou Henry Chmelnitsky. Ninguém está preso ou condenado pelo ataque terrorista contra a AMIA, que, além de matar 85 pessoas, deixou mais de 300 feridos.

O presidente do CJL, Jack Terpins, considera "de suma importância relembrar ano a ano, esta tragédia, não só como lembrança à memória dos que pereceram, mas como um chamado à justiça, pois passados 15 anos, os culpados seguem impunes, e caso nada seja feito, abre-se um precedente para que atos como esse possam se repetir.

kol hakavod.
e valeu companheiro!

17 ago. 2009

Canção de Ninar

Canção de Ninar

Se o amor então se cansou
Durma, que a lua eu vigio
Se o céu te parece ruir em pedaços de vidro

Dançaremos em volta do fogo
subiremos com a maré
E amanheceremos de novo

Se o nosso olhar se perder
Em horizontes tão estranhos
E o mundo insistir em girar como numa ciranda .
E deixaremos as luzes acesas
E abriremos as portas da casa
Para termos então a certeza...

Que toda a noite será
eterna como um sonho
Que insistimos em ter

Então durma, durma
Que o dia não demora a sangrar
Com o canto do primeiro galo

Então durma, durma
Que o dia não demora a sangrar
Quando o primeiro galo cantar

Deixaremos as luzes acesas
E abriremos as portas da casa
Para termos então a certeza

Que toda a noite será
Eterna como um sonho
que insistimos em ter
então durma, durma

Que o dia não demora a sangrar
Com o canto do primeiro galo
então durma, durma
Que o dia não demora a sangrar
Quando o primeiro galo cantar...
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Todos os dias quando acordo
Não tenho mais
O tempo que passou
Mas tenho muito tempo
Temos todo o tempo do mundo...

Todos os dias
Antes de dormir
Lembro e esqueço
Como foi o dia
Sempre em frente
Não temos tempo a perder...

Nosso suor sagrado
É bem mais belo
Que esse sangue amargo
E tão sério
E Selvagem! Selvagem!
Selvagem!...

Veja o sol
Dessa manhã tão cinza
A tempestade que chega
É da cor dos teus olhos
Castanhos...

Então me abraça forte
E diz mais uma vez
Que já estamos
Distantes de tudo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo
Temos nosso próprio tempo...

Não tenho medo do escuro
Mas deixe as luzes
Acesas agora
O que foi escondido
É o que se escondeu
E o que foi prometido
Ninguém prometeu
Nem foi tempo perdido
Somos tão jovens...

Tão Jovens! Tão Jovens!...

13 ago. 2009

Día Internacional de la Juventud

Texto de Silvana Amato.

El 12 de agosto fue declarado por la Asamblea General de las Naciones Unidas como el día internacional de la juventud, mediante Resolución N° 54/120 del año 1999, cumpliendo con la recomendación de la Conferencia Mundial de Ministros de Asuntos de la Juventud, realizada un año antes. Ya en 1995 la Organización de las Naciones Unidas había aprobado el PAMJ (Programa de Acción Mundial para los Jóvenes).

Cada día internacional de la juventud reafirma los compromisos asumidos en ese programa. Las consignas siempre rondan en tratar de incrementar el conocimiento que se posee sobre la situación global de la juventud y la comprensión sobre sus necesidades y aspiraciones; promover políticas supranacionales y locales entre entes estatales y privados para salvaguardar el bien más preciado de una sociedad.

El día internacional de la juventud es el dia en que se deben elaborar normas internacionales que aumenten y fortalezcan los derechos de los jóvenes.

¡¡¡POR ELLO HOY ES UN DIA PARA FESTEJAR Y PARA REVALIDAR NUESTRO COMPROMISO CON NUESTRA GENERACION!!!!!!!!

O que fazer ao pensar em ti?

O que faço em Manila ?minha versão.
Não deveria pensar em ti
Amanheceu de novo
E passa o tempo assim
As vezes fico triste
E pergunto o que a vida vai fazer de mim...

Es princesa
Teus sonhos te levam tão longe
Um dia serás rainha
Somente ainda estas sem trono
Tens a descobrir um reino
Mas tens nobreza
Eu ,sou apenas plebeu

Jamais, nem em sonho serei príncipe
Quiza ,sirva como o bobo da corte
Meu cavalo branco que não mais tenho foi um pangaré velho
Que morreu no passado
Caminho hoje a pé, sem qualquer carruagem
Talvez apenas sirva
Para ser seu motorista
E apenas assim vê-la
Isto se um dia você quiser

As vezes trocamos sorrisos
E mesmo até palavras
Mas e tudo tão distante
Porque quando chegar perto
Não sou nada

Eu me calo
Tenho medo de que vá fugir de meu abraço
Minha origem mesmo em muito e um amontoado
Um mundo cinza a que pertenço e não pertenço
Gostaria de encontrar as cores
E a mais bela a ofereceria todos os dias

Vamos brincar que esta tudo bem
Ate quando eu me machucar de verdade
Neste meu pais desolado
Eu falo de distante ,
Com a princesa em sonhos ao meu lado
E quando me ver,estarei perdido
Voce não ira por mim perguntar
Você já estará em outros braços

Mas deixa me sorrir no meu papel
de plebeu encantado
Eu que reneguei toda nobreza com minha ingenuidade
Daria um mundo que noutro tempo existíssemos
Nos dois apenas
Sem que eu apenas fosse um pobre palhaço

9 ago. 2009

Contra o Fanatismo,qual seja

Se o Messiar vir, ele devesse vir contando piadas (...).No momento em que aprendermos a rir de nós mesmos,estaremos imunes ao fanatismo.

Quem proferiu esta frase ,ainda com resquicio de duvidas é ninguém menos que o reconhecidissimo Amoz OZ.Escritor Israelense,ex soldado das guerras dos 70 e pacifista não ingenuo. Enfim terminei a leitura de 'Contra o Fanatismo'com a devida atenção.

Só um compromisso salvará palestinos e judeus, diz Amós Oz .Filhos do sofrimento, judeus e palestinos têm os mesmos bons motivos, os mesmos argumentos históricos e sagrados para reivindicar sua terra. Só há um problema: reivindicam justamente o mesmo pequeno país como sua única e exclusiva pátria no mundo inteiro. De modo que o conflito árabe-israelense se toma, na definição de Oz, um choque entre o certo e o certo. E justamente por isso se transformou num impasse, já que os dois lados têm razão ou, pelo menos, têm suas razões. Não é uma luta entre o bem e o mal, como tanto palestinos, como judeus costumam pensar.

Oz localiza as origens do fanatismo, que aparece no terrorista Osama Bin Laden, mas também em todos aqueles que querem forçar as pessoas a se modificarem. Ou seja, qualquer um de nós pode ser contaminado pelo vírus da intolerância e tornar-se patético. Quanto mais você tem razão, mais engraçado fica, observa Oz. E a cura, segundo o autor, pode estar em atitudes simples como rir de si mesmo e ler as obras de Shakespere. Afinal, toda forma de fanatismo acaba em tragédia ou comédia. Uma das principais características do fanático, senão a principal, a que leva a todas as outras, é a urgência para pertencer a algo e o desejo de fazer com que os demais pertençam a este mesmo algo.

Palestinos,afirma, têm uma história parecida com a dos judeus. Aqueles foram renegados em vários países, como Síria e Iraque, enquanto os judeus foram perseguidos e expulsos, quando não mortos, da Europa. Ambos os povos foram, então, por razões parecidas, parar no mesmo território. E um dos aspectos mais trágicos do conflito é que os palestinos radicais e mesmo alguns moderados não conseguiram, como alguns ainda não conseguem, imaginar o quanto àquela região é importante emocionalmente para os judeus, ao mesmo tempo em que os judeus radicais falham em não perceber o mesmo em relação aos palestinos da região.

Amós Oz não tem uma visão romântica da paz, que não deve se confundir com amor. Para ele, o contrário da guerra não é nem o amor e nem algo do tipo. O contrário da guerra é a paz. Por isso o autor espera ver ainda em vida Dois Estados (Palestina e Israel) vivendo lado a lado; não se amando mutuamente, mas com respeito um para com o outro. E cita o poeta Robert Frost, para quem uma boa cerca faz bons vizinhos.

E Oz continua a não redimir qualquer dos dois lados, ao fazer notar que os mesmos palestinos radicais citados acima cometem o erro de verem os israelenses como uma mera extensão do antigo colonizador europeu, britânico, enquanto os israelenses linha-dura vêem os palestinos como nazistas revividos, agora morenos e com barbas e bigodes, prontos para exterminá-los a qualquer momento. E são estas visões distorcidas que impedem um avanço significativo num processo de paz concreto, que resolva de vez as pendências territoriais - além do significativo problema dos refugiados palestinos.

Izquierda y Derecha 'pensando en Israel

Desde la resistencia de la Haganá, pasando por la fundación nacional en 1948 y hasta 1967, año en que se libró la "Madre de todas as batallas israelenses": la "Guerra de los Seis Días", en el joven Estado judío, con su desplieguo ideológico enraizado en suyos kibutzim, y sus demostraciónes a nivel planetario de que, sí; se podía crear uno socialismo, sin necesidad de generar miles y miles de muertos, en violentos estallidos que trajeran como consecuencia guerras bizantinas, en las que los pueblos se desangran a cuotas, contó con el apoyo de prácticamente la totalidad de las agrupaciones de izquierda y otras, más o menos progresistas, en las principales capitales del mundo, como así también en la totalidad de nuestro continente americano.

Una vez terminada esta guerra, y cuando entonces Israel demostró -por primera vez- que necesitaba convertirse en una potencia para poder seguir sobreviviendo a los permanentes ataques de sus vecinos árabes, las izquierdas y los grupos más o menos progresistas, en sus necesidades, siempre, de alejarse de quienes comienzan a crecer y ser poderosos, optaron por dar la espaldas a Israel y acercarse -¿inconcientemente?- a las posiciones de los sectores clásicos del pensamiento de derechas, que detestan todo lo referido al mundo judío.

Si,las derechas de cuais recuso recibir cualquier ayuda pró israeli!

Lamentablemente,muchas de las inumeras y distintas corrientes de las izquierdas abstractas y/o liberales, se construyen en base a experiencias foráneias a nuestra historia nacional, con ídolos europeos y rutilantes marchas que asi entonan. En erros estas tais izquierdas, también, se construyen en base a mitos antisemitas porque para descargar todo su odio antisemita, disfrazan el de retórica antisionista. y asi envegonza la verdadera izquierda, por que tienem una amplia vocación para el fracaso, atravesada por el mal individualista y extraño de la post-modernidad, y no presentar reparos al sumar, en su álbum de variadas iconografías, las fotos con los rostros de asesinos como el jeque libanés chii, Hassan Nasrallah, diversos líderes de Hamas , el corrupto y traidor a su pueblo, Yasser Arafat y hasta el fundamentalista presidente iraníano Sr Mahmoud Ahmedinejad; rostro visible de un régimen que es gran instigador de acciones terroristas en varias partes del mundo, entre ellas las que nos afectara a nosotros, aquí: los atentados en la Embajada de Israel, en 1992, y a la sede de la AMIA, en 1994.

Cómo pueden ser que se lleguen a esto? Cómo pueden ser que condenables y tristes conceptos como "genocidio", "limpieza étnica", "máquinas de muerte" y palabras como "terrorismo de Estado"; que nos judíos tan bien conocemos, sean dichos y escritos tan gratuitamente, sin que, a prácticamente nadie, les llame la atención tanta liviandad de expresión?

Aca repudio tais actos, Y también, al igual que la izquierda; que termina siendo funcional a los intereses de los sectores más conservadores de la derecha autóctona, ciertas instituciones formales de nuestra comunidad, abonan con sus prácticas políticas, los mitos y excusas,su individualismo ,la pratica del pensamiento burgues y de gueto. El antisemitismo, sé igual cualquier forma de racismo, es absolutamente condenable y hay que denunciar, todos estos atropellos contra la raza humana,contra negros judios ciganos y de manera rápida y efectiva; pero por favor, no demos excusas a quienes se movilizan sólo por pulsión y no por conocimientos de causas al recurrir aquí,como acontecio en la Argentina, al embajador imperial de los Estados Unidos, cuando algo nos preocupa y nos amenaza. Como judíos críticos y protagonistas de la realidad en la que vivimos, necesitamos renacer del silencio que nos impuso nuestras propias derrotas.

A America entre a Civilizaçao e a Barbarie

Depois de 470 anos de exploraçao, lentamente as conquistas se dãoPensando America , de pés em barro do chão, e sem a cabeçá nas nuvens de uma Europa.

A partir da perspectiva ocidental a historia do homem dos últimos séculos e principalmente a historia da expansão da Europa ocidental que ao constituir se em núcleos de um novo processo civilizatorio lança se sobre todos os povos em ondas sucessivas de violência cobiça e opressão.Neste momento o mundo inteiro foi resolvido e reordenado segundo os desígnios europeus e na conformidade de seus interesses.cada povo e ate mesmo cada pessoa humana onde quer que houvesse nascido ou vivido acabou por ser atingido e engajado no sistema econômico europeu ou nos ideais de poder de riqueza de justiça ou de santidade nele inspirados

E este processo desencadeado com a conquista da América que permitiu o surgimento da economia mundo baseada em uma única visão do homem da natureza e da historia a visão que o modelo europeu impôs. Este modelo civilizatorio hoje ,desde o mais recôndito da alma humana ate o mais amplo movimento da economia e comercio entre as naçoes.
Repensar a conquista por isto é repensar tudo neste momento em que a humanidade atravessa o terceiro milênio da era comum. E repensar a mais singular das crenças,o mais banal dos rituais e também o mais violento deles:o conceito de guerra moderna , de civilizaçao versus barbárie, que teve origem na conquista da América e mais ,é rever os mais elementares códigos que norteiam as relações econômicas de homem contemporâneo e o mais comlexo deles – as estruturas de poder a nível nacional e internacional

Gestos tidos como valorosos de progresso e que impos as independências a outros grupos foi um vulgar genocidio. Campanhas de independência imbuídas de um processo civilizatorio eurocentrico onde as lutas políticas não foram capazes de formar uma nação justa e livre.

Os valores morais religiosos e econômicos dos europeus que chegavam eram demais dissidentes e eles estavam absolutamente convencidos de suas razoes e da superiordade de suas crenças e suas patrias , justiça e ambições.Consideravam se o ápice da criação. Bartolome de las Casas comenta que para controlar o gume das espadas ,retalharam povoados ,enforcavam e pilhavam, garroteavam milhares.O sangue vertido não aplacando a sanha pelo lucro ,foi necessaria ainda mais a mão de obra escrava .De grandes impérios a pequenas aldeias tudo arrasado ou provido a favor do capital em Africa .Esta civilizaçao criou um deserto de humanidade .E desenhou se um infame triângulo no Atlantico. A Europa transformava se e acumulava.A custas da massa de metais e pedras preciosas que ajudariam a produção do capital que possibilitaria o nascer da revolução industrial e as luzes do progresso. Escrupulo pensar entao apenas em progresso sem pensar em humanismo! Que bela civilizaçao esta que explorou milhares e inventou a hierarquizaçao entre individuos.

E por assim esta mesma Civilizaçao ontem da America riqueza e alimento. Eram introduzidas novos habitos e fontes proteicas na Europa:batata ,milho, amendoim cacau ,abacaxi, tomate,etc.(E entao aperfeiçoaram a etiqueta para diferenciarem se dos 'outros'). Para fertilizar os campos o guano do Peru e o salitre do Chile. Para as industrias que viriam a seguir a borracha e o algodão .Para o lazer, o tábaco o fumo.Ingenuo ou perfido pensar apenas neste progresso. Sem mencionar a exploraçao e o sangue e suor exigido de massas de explorados para o beneficio deste progresso.A Europa a America exportou o conquistador ,a escravidão ,o mercador ,o escravista ,os degredados ,a catequeze ,a espada e o garrote e depois a Cruz. E fundamentou a diferença, a segregaçao, o racismo e a opressão.E hoje a qualquer modelo de interpretaçao politica latina aqueles que dizem ,ó caudilhismo!ó populismo!ó coisa de latino!Lembro da estupida e ,digo,sim hierarquica e com ranço de querer ser metropole, do nobre Espanhol ao mestiço e latino Hugo Chavez (sem meritos a outras questoes do mesmo) ou comentarios tidos ao indiozinho Evo (Depois de meio milenio de um pais de indios nas mãos de um conclave de brancos): "porque no te calas?"

Porque sou latino devo me calar?Quem foi a barbarie?Não se cansam de nos rotular?Sr Majestade,senhores que pensam tutores do mundo:sou latino e tenho orgulho. Vão tomar no c%$@#

Armando.

Stand by me...Stand by me

Não e uma cançao minha, porém a mensagem eu a dedico.
Tens uma estrada dificil.Tienes una caminada dificil. Aun asi...El Sol iba brillar.El sendero brillara.Conta comigo porque estoy contigo .Stand by me(aun que tenemos el tiempo y las distancias,estoy contigo. Stand by me.Espera por my qué en breve si quieras estaré ahi contigo )No sea solo sueno...Estare ahi contigo se lo me pidas...Si pudiese en fardo cargaria por ti. Y dejaria el mundo aqui. Si pudiese yo me sería mismo los zapatos a cuidar de tus pies...aun que un zapato viejo a protegerla del frio en tus pies...Ya no tengo vergonza,ya no tengo razon de ocultar.No importa que dicen que soy loco.Importa que toda esta locura solo a mi tiene sentido.Y que solo ahora en casi ocaso encontre la razon de a mi mismo asi me encuentrar.


Cuando la noche cae y la tierra está oscura
Y la luna es la única luz que nos vimos
Yo no teré miedo ,Yo no teré miedo
Sólo si te quedas quédate conmigo
Conta tambien conmigo

Querida conta comigo ,quédate conmigo
Y conta conmigo quédate conmigo
Si el cielo que se observa tuvisse que volcarse y caer
Y la montaña se derrumbá en el mar
No llores ,no llores deja arrojar una lágrima
Sólo si ,no olvides- estoy contigo ,quedas...


http://www.youtube.com/watch?v=zl-q2sA-nZk&feature=related

7 ago. 2009

Foguetes do Hamas contra Civis também são crimes de Guerra

O lançamento de foguetes do Hamas contra Israel equivale a um crime de guerra diz, a Human Right Watch

(Recebi o material via Agencia Israelita de Latino America)
Em outro grupo de discussão por email recebi o link:
http://www.haaretz. com/hasen/ spages/1105739. html

O lançamento de foguetes por parte do Hamas contra el territorio israelense equivale a crimes de guerra.Em um informe difundido ainda esta semana , a orgnizaçao de luta pelos direitos humanos HRW exorda aos dirigentes da milicia (terroristas) Hamas a condenarem os ataques contra a populaçao civil israelense e a processar seus responsaveis.

Hamas e outros grupos armandos palestinos tem lanaçado milhares de foguetes contra localidadades israelenses ,especialmente durante a ofensiva contra Gaza em dezembro de 2008 e janeiro de 2009.HRW recorda que em setembro uma comissao da Onu teria feito uma lista com informes sobre as graves violaçoes as leis de guerra perpetradas pelos dois lados.O informe de 31 paginas documenta que ataques do Hamas e outros grupos palestinos ,desde novembro de 2008 tiraram a vida de tres civis , sendo destas duas crianças,feriram dezenas de pessoas e causaram prejuizos a propriedades e ainda obrigaram aos habitantes de inuemras localidades a abandonar suas casas.os foguetes alcançavam areas povoadas a ate 40km dentro de Israel ,colocando cerca de 800 mil civis em risco.Os mesmos grupos palestinos lançaram tambem projeteis desde areas densamente povoadas em Gaza deixando aos civis a merce dos contra ataques israelenses

"os foguetes contra civis israelense sao ilegais e injustificaveis e equivalem a crimes de guerra", assegura Levine, diretor de programa da HRW. "Como autoridade governante em Gaza, o Hamás devería renunciar públicamente aos foguetes contra populacoes israelenses e a castigarem os responsaveis ,incluindo os membros do seu proprio braço armado."

6 ago. 2009

Hora com versos (Esa paz que tu me das)

parte I
02:13

Ahora que no estas y no puedo dormir
y en busqueda de mis pastilas para sobrevivir
se que no basta mi alma para ti
y no importo que me venga abajo
ahora que todas mi razones se caeen a pedazos
ahora que estoy solo y muero por mi cuenta
ahora es evidente ,ahora que te miro
aun que no entienda las palabras que caen de mi boca

Vete muy lejos, muy lejos de este mundo
aunque sea demasiado tarde para mi
no me dejes aqui ,lo poco y nada que nos queda...
quedate muy lejos, mas no tan lejos de mi mente
mas tu estas donde no mires de frente a nadie como yo
no soy nada ,pero aun asi no me dejes aqui
como si fuese cosa facil para mi...

parte II

y tu asi
en esto vida tan llena de riezcos ,
pudiese cargar tu fardos de dificuldades en las mananas
quiza que no no sufras más
quizas la mañana nuestro llanto quede atrás
y si me dices ...o mismo que jamas me dice algo mas
quizas que mismo no deje tus ojos a mirarla un dia más
aun asi tendrére la luz que mi sendero alumbrará

(si mi ataste al cielo,como olvidar?)
porque te esperaré quiza mis mananas no sean como las otras atras
(porque ahora que estas y tengo de suenar)
asi verás que pronto esperare,
y volvere en nuestro sueno me quedaré
con esa paz que siempre, siempre solo tú me das


*la vida parece sé un poco mas buena ahora, no que sea facil ,pero miro alguna color nesto instante y esto sé la vida!!!

5 ago. 2009

Historia do Brasil- Escravismo e abolição,cotas

por Armando Aguiar

Começo aqui a escrever pequenos textos para começar a entender porque sou a favor das cotas etnicas neste pais. Fato é que para além de todas discussões e opinioes a que assisto, bastassem comparar o numero de negros e pardos nas cadeias, nas filas de procura por empregos dos mais simples,com os dados e indices de seus papeis e representatividade na televisão e meios de comunicaçao, nas universidades e cursos como medicina ,direito, jornalismo, engenharias...

Pedro Abromovay pesquisador tem uma triste estatistica do 'ate quanto' anda a nossa imputabilidade e penalizaçao de crimes cometidos .Tanto queremos que criminosos sejam duramente julgados.Claro, queremos todos. Mas um adentro a questão: 70 % das prisoes efetuadas aqui na regiao do sudestes são de individuos presos com menos de 100g de droga e sem antecedentes criminais. Crimes miudos .E simplesmente ficam a mofar na cadeia. Quem são?E bem, e os filhos da classe media? Bem... e por assim uma vez mais uma visita ao sistema carcerario para ver as cores do mesmo. As latas de sardinha estão entupidas num sistema que repete um desejo da elite:execlar e não socializar o indesejavel.Por experiencia propria anos atras atuei junto jovens em situaçao de risco e pude comprovar isto.Frutos do descaso e omissao ,com uso da violencia retrucarão!

Mesmo com Prouni muito ainda tem de ser transformado.Avanços durante a ultima gestão temos tido, porém o ranço senhorial permeia a nossa patria. Se o pais de 180 milhoes de habitantes tem 55% de sua populaçao de negros e pardos, cade esta gente nestes espaços cargos publicos- universidades -representatividades na midia, etc. Qual seu percentual? Aceitaremos uma tese burkeana de que existem os mais ou menos adaptados a governarem ou serem governados? ah é a meritocracia. Arreh tenho engulos só de pensar . Meritocracia ? playboy então trabalhe 10h por dia, bata uma laje para montar sua casa -uma vez que politica habitacional para os mais pobres quase inexiste, perca 3 horas de seu dia deslocando se num onibus.Rapidinho vai pedir arrego .Vai continuar torcendo o nariz? Entao que tal um tour ,vai parecer exotico ,mas vamos deixar de lado a vida pequena burguesa ,sua vida confortavel e ... façamos coisas novas: visite uma favela, visite um presidio,olhe melhor seus empregados...

Na favela tem vida, ha um outro mundo a voce desconhecido. Visite mas sem nojinho! Conviva. Seus empregados:Eles pensam !Presidio?Que segmento da sociedade lá esta ,como em uma senzala? Vejam o quanto a sociedade maior é hipocrita. Quem são a maioria? Temos então um problema social,mas será apenas? Porque nas blitz policiais o numero de negros e pardos abordados é maior? Porque existe a lei de foro privilegiado aos que cometem crime e tem ensino superior , aos de colarinho branco ?Quem mais morre neste pais,quem mais se mata? Sao os mais pobres. E neste pais a pobreza apesar das conquistas ainda tem cor.

Ou como grande intelectual Jacob Gorender escreveu: "vivemos em pleno século XX-ele escreveu isto nos anos 80, um pais com vicios do escravismo colonial".Culpam o ensino publico,porem, esperar esta melhoria para daqui a quantos anos???Vivemos um racismo que se disfarça sob a ideia de pais miscigenado porém,é pelo tom da cor da pele, pela aparencia mais ou menos europeizada , e que assim assomando se a habitus de classes bastardas ou tidos não populares a segmentaçao se dá e se perpetua como algo cruelmente invisivel aos olhos dos que nada creem


E a historia e longa...começa em 1500,mas pensando no pais que pretendia se montar na Ordem e Progresso vamos nos ater aos anos 50 do século XIX ,ainda Imperio...Serei pontual:


Escravismo ,imigrantes e Lei de terras

A Inglaterra vinha exigindo do governo brasileiro ações explícitas para acabar com o tráfico. Em 1831, é aprovada uma "lei para inglês ver", que declarava livres os africanos desembarcados em portos brasileiros após aquele ano. Em 1845 aprova-se Bill Aberdeen e a Lei Eusébio de Queirós, que extinguia o tráfico para o Brasil. Os fazendeiros começaram a tentar utilizar o trabalho livre do imigrante. As elites alegavam que o fim da escravidão representava o colapso da economia do país. Identificavam assim seus interesses particulares com os da nação. Entretanto a realidade internacional mostrava o contrário _nos países em que a escravidão fora extinta, o desenvolvimento se acelerara.

Até 1850, as terras no Brasil eram transferidas, por doações, do Estado aos proprietários e dos proprietários aos parentes. A Lei de Terras estabelecia que as posses deveriam ser legalizadas e só poderiam ser transferidas através de contratos de compra e venda. Tais exigências visavam dificultar o acesso à propriedade da terra, induzindo o trabalhador livre imigrante a empregar-se num latifúndio. No começo de 1880, com o aumento das pressões contra a escravidão, um novo sistema, o colonato. Neste os gastos com transporte e as demais despesas não constituíam dívida da família imigrante e o sistema de remuneração era misto, composto por uma parte dos ganhos com a venda do café (como na parceria) e por um salário fixo anual.

Guerra do Paraguai, Abolicionismo e Positivismo

A aprovação da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, foi muito comemorada. Encontrava-se, de um lado, à frente de um império dominado por latifundiários e, de outro, pressionada por amplo movimento social contra a escravidão, que corria o risco de voltar-se contra o Império .porém a abolição sem uma reforma agrária era uma medida infame. Sem a oportunidade de ter acesso a um pedaço de terra do qual pudesse extrair o seu sustento a inserção dos ex-escravos nas atividades do comércio e da indústria e nas profissões com melhor remuneração teria de passar pelo crivo de séculos de discriminação. Desse ângulo, a abolição lançou os negros a sua própria sorte e libertou os brancos da culpa da escravidão.

Já a Guerra do Paraguai demonstrou que o Exército era colocado em segundo plano em relação à Marinha, sempre apoiada pelo Império. A vitória brasileira consolidaria o país como potência regional, mas fragil.O fato de as reivindicações dos militares não serem atendidas pelo Império, deslocou, progressivamente, parcela da oficialidade para a oposição.A animosidade dos militares contra o Império foi catalisada pela influência da corrente filosófica positivista entre alguns oficiais, entre os quais se destacava Benjamin Constant. Para esse grupo de militares, a monarquia se constituía num regime retrógrado e contrário aos princípios racionais de organização política. Segundo eles, a modernização do sistema político implicava a adoção do regime republicano. Entre as principais tarefas do novo regime, estaria a universalização da cidadania, com os direitos e deveres que lhe correspondem. Para os militares positivistas, a cidadania seria o elo efetivo de unificação de todos os brasileiros e, portanto, o fundamento da nação. Com isto o golpe em 15 de novembro ,a implantar a República, mas a universalização da cidadania permanece como o maior desafio do regime até os dias de hoje.

Apesar da República ter sido proclamada, essa eventual mudança política, não se manifestaria no plano social e econômico, porque persistiria a herança colonial: monocultura de exportação e latifúndio.patriarcalismo e os poderes locais.


Playboy aceite, voce perdeu.

Manifestação dos Prés Vestibulares Comunitários em 1 de Agosto

1 de Agosto aconteceu!

O movimento de Prés Vestibulares Comunitários da cidade do Rio de Janeiro, uma vez mais coordenou uma manifestação pacifica e apartidária em sua luta e reivindicação pela devolução das salas de escolas municipais ,sito após uma reunião com a secretaria de educação do município Sra Claudia Costin. Desde 2006 uma série das mesmas manifestações temos organizado. E tem sido promissoras no sentido de salientar a necessidade de coletividade e luta pelo espaço nas escolas, mas tambem em sentido amplo, quanto a politicas publicas voltadas a educaçao, ressaltando a educaçao laica e voltada aos mais carentes .

Na manifestação contamos com alunos, ex alunos,professores ,todos nós nos espalhamos pelo largo da Taquara em Jacarepaguá ,bairro da zona oeste da cidade do Rio de Janeiro para falar e distribuir panfletos explicando nossa causa e a razão de nosso movimento em favor de uma educação de qualidade e bem como ressaltando que direito conquistado não se barganha.

A lei orgânica do município nos dá respaldo e acesso ao uso das salas ociosas das escolas municipais, porém já a três anos e hoje mesmo sob outra administração da prefeitura,Sr. Cesar Maia anteriormente,e agora sob comando do Sr. Eduardo Paes ,nosso movimento continua despejado e sobrevive da ajuda de espaços emprestados para nossas aulas.Nossa causa espera a açao do MP. Este movimento existe já a 13 anos e garantiu acesso a milhares de alunos ao ensino superior de qualidade. Lutamos pela inserção dos mais carentes ao ensino de qualidade, sem assistencialismo,sem personalismos, e sim,com próprio protagonismo.

Porém ao que observamos ,por medidas e atos de exclusão ou desprezo a educação popular e aos mais carentes,sem dizer interesses políticos de quem mercadeja a educação ou não talvez não compreenda a nossa luta contra o déficit da educação e dever do Estado em prover uma melhor educação básica aos mais pobres , continuamos prejudicados por medidas como a tal.Não queremos nada além de nosso espaço .Escola publica é de uso comunitario. A lei frisa.E assim restabelece seu justo uso. Tampouco negociamos como quem espera um favor da secretaria de educação ou da prefeitura. Queremos apenas o que é nosso por direito.Direito conquistado nós não barganhamos!

Primeira parte do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=U1cnP9ELMSQ

pelicula-http://www.youtube.com/watch?v=U1cnP9ELMSQ

Segunda parte do vídeo com um pouco da fala de alguns professores ,alunos e ex alunos do movimento em ato realizado no Largo da Taquara ,Rio de Janeiro.Difícil é mobilizar. Difícil e a própria população mais carente por vezes não compreender que nossa luta faz parte de suas lutas diárias por saúde, transporte, trabalho. Por vezes vemos que mesmo medidas do governo nos atinge como o Prouni.Isto porque o Prouni é um paliativo para inserção. Mas desmobilizador ao jovem, porque tira o peso da coletividade. Individualiza a conquista.

Nosso movimento luta por políticas publicas sem apanágio e pelo viés da coletividade, mesmo em tempos em que militância pari passu é entremeada pelas urgências pessoais de cada e o proprio individualismo comumente frisado pela figura do Self Made Man. Lutamos a favor das cotas e contra o exclusivismo étnico e classista que ainda permeia a sociedade e os acessos a universidade publica de qualidade por analisar uma sociedade ainda segregada e com mais de um século de República e igual atraso quanto a democracia e direitos,politicas de bem estar social a todos segmentos da sociedade.

inda em 1 de junho deste ano na manifestação a favor das cotas ,realizada no Centro do Rio pude comprovar: apesar de todos os problemas o PVNC segue. E vejo com esperança as articulações efetuadas com companheiros de prés vestibulares independentes ,do Prove, entre outros. Mas friso aqui o movimento do qual faço parte, o PVNC :fato é que dois meses depois o PVNC sob a representatividade dos núcleos Anil e Rio das Pedras e outros movimentos como os citados,organizou a manifestação contra a medida da prefeitura .Nosso movimento sobrevive ,pois, a educação,friso a popular,que dialoga com o que é de necessidade e cotidiano da massa, é o caminho para o progresso e emancipação do individuo.Salve Paulo Freire que nos deixou a lição de que trabalhar com educação popular é trabalho constante, exemplo que temos de nossos professores, coordenadores e militantes para além do próprio projeto.

E difícil mesmo é apenas criticar ou ser refém é não fazer nada.Então...Uma outra segue a segunda parte de um dos vídeos ,uma rápida tomada de parte do ato que iniciou se na manha do sábado 1 de agosto no qual nos espalhamos pelo Largo da Taquara para divulgar a questão. Foi bonito! Reinvidicar é também fazer pressão. Como falamos em nosso movimento,para conquistar e forçar políticas publicas em nosso favor é como cozinhar feijão: só na pressão!

Desde já penso que temos este dever e tarefa para após a questão interna de nosso coletivo: contatar urgentemente os prés independentes e do PVNC de nosso Jacarepaguá, e assumirmos a posição de agentes em rede de mobilização e ativismo para além da atuação na própria educação.

Segunda parte do vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=33caLz78pqA

pelicula- http://www.youtube.com/watch?v=33caLz78pqA

Em coletivo de analise pós manifestação em reunião tida na comunidade Canal do Anil , em Jacarepaguá ,nesta terça feira 4 de Agosto até as 22h, fica resolvido que nosso movimento continuara em sua luta. Desde já a chamada para a próxima reunião ,no próximo sábado as 16 no CAIC Comunidade Rio das Pedras.
Aos que não puderam comparecer ao nosso ato deixo a reflexão e o convite :venha, participe!
Agradecimentos a todos que compareceram e apoiaram.

Deixarei em breve no blog algumas fotos do ato e um ensaio sobre as ja acontecidas.

Armando Aguiar
Historia –PVNC Anil/Educom Gardênia Azul.

* aqui opiniões pessoais no que tange a políticas publicas.Falo como integrante do movimento.

A questão e luta dos prés vestibulares nos últimos anos:

Leia mais sobre a questão e luta dos prés vestibulares nos últimos anos:

Em outubro de 2006, o ex-prefeito Cesar Maia, de maneira triste e lamentável, proibiu que os pré-vestibulares comunitários utilizassem os espaços das Escolas Públicas Municipais para as suas aulas. Esse projeto funcionava há cerca de dez anos nessas escolas e tinha por objetivo criar condições para que os alunos pobres ingressassem na Universidade. Algo bonito e importante até porque, infelizmente, a educação pública, particularmente no Rio de Janeiro, é de péssima qualidade em função da total ausência do Estado em priorizá-la em suas ações governamentais. Professores desvalorizados e mal-remunerados, espaços públicos sucateados e a ausência de um política educacional são marcas, há muito tempo, da política pública carioca nessa área.

Na época da proibição, havia mais de 140 núcleos só na capital carioca e um histórico de aproximadamente 30 mil alunos oriundos desses projetos estudando em Universidades. Depois de diversas reuniões e tentativas de diálogo durante o ano de 2007, o ex-prefeito insistiu nessa absurda atitude alegando “falta de recursos orçamentários para manter as escolas abertas nos finais de semana para essas iniciativas comunitárias”. Porém, o verdadeiro motivo da proibição é que esses projetos voluntários ensinavam, além das matérias básicas do vestibular, tais como física, matemática e português, uma disciplina chamada “Cultura e Cidadania” onde eram trabalhados – através do método de Paulo Freire intitulado Pedagogia do Oprimido – assuntos como noções de cidadania, direito constitucional, voto consciente e organização popular. Evidentemente que esse tipo de formação não interessa aos maus políticos, pois ele forma jovens pensantes e conscientes em nossa sociedade.

No segundo turno das eleições do ano passado, o Senhor atual prefeito Eduardo Paes prometeu reabrir as escolas públicas municipais a esses projetos. Porém, infelizmente, até agora isso não aconteceu apesar de todas as tentativas de diálogo estabelecidas esse ano com o mesmo.

Acreditamos que o futuro seja construído por atitudes concretas no presente, principalmente quando se fala em educação. Nós apelamos, através desse artigo, para a sensibilidade do atual Prefeito, o Sr. Eduardo Paes. Estamos imbuídos do mais republicano espírito de solidariedade social. Não queremos que o atual Prefeito nos faça nenhum favor. Queremos apenas que ele, o Sr. Eduardo Paes, se não puder ajudar, pelo menos, não continue com a política lamentável de criminalização da pobreza feita pelo seu antecessor que, infelizmente, atrapalha, e muito, a construção do futuro que queremos para a nossa cidade. É sempre bom lembrar que só há pré-vestibulares comunitários porque o Estado é incapaz de promover uma Educação Pública de qualidade.

Investir em educação não é favor, mas obrigação de qualquer homem público que tenha o mínimo de responsabilidade na construção de um modelo de sociedade que tenha o bem comum como princípio fundamental.

Imagens da Manifestação dos Prés Vestibulares Comunitarios em 1 de Agosto 2009

*Depois descarregarei mais fotos de coletivos de reunião, manifestaçao e reuniões do movimento nestes ultimos meses

Ainda é possivel organizar e manifestar sem festa,sem churrasco, sem musica como convites.Só na ganas mesmo!

Videos do Ato em 1 de Agosto de 2009:
video 1

video 2


Se dificil visualizar os videos(peliculas) copiem o enlace/link:

http://www.youtube.com/watch?v=U1cnP9ELMSQ

http://www.youtube.com/watch?v=33caLz78pqA

Fotos de prés comunitarios, agradecimentos a todos, ao Sindipetro ,A Guarda de Transito e a PM ,Professores Robson Leite, Oswaldo,Marilzinha, Jussara-que mesmo com familiares requerendo cuidados médicos compareceu ao ato,Gracielle,Beta,Paulinho,Elizangela,Luiz,amigos do Prove Rio das Pedras,Educoom(Ronaldo),Jonhie,Loianas, Natalia,Israel,Bia,Léo Barbosa,alunos e alunas dos prés comunitários e a tantos outros que não posso recordar os nomes porem que lá estiveram para atuar. Protagonismo é do Coletivo.

Imagens do Ato (algumas)quem quiser ,maior contato: kmkzu2@yahoo.com.br









Imagens de Coletivo/alunos/etc
Forum Jacarepaguá:
*observaçao: a primeira e a ultima foto são do Pré Comunitario Independente -Educom Gardenia.E não do PVNC.




Imagens de Atos de apoio e Manifestação Prés Vestibulares-sobre Cotas em 1 junho

Estas são imagens de arquivo ,de outras manifestações Pró contas, realizada em 1 de Junho de 2009:








Fotos de coletivos, atos anteriores, algumas de nossas turmas,...







Quiero tu sangre

(y yo soy un hombre lobo lejano)
TENGO SEDE.
TE NECESITO PARA BEBER TU SANGRE
CONVERTIRME EN PARTE DE TI

Y SER ALGO O PARTE AL MENOS

PORQUE NO SOY NADA ...
NO SOY NADA ESCRIBIENDO LO VIVIDO
SOY SUDOR Y LAGRIMAS...
NO SOY NADA ,EN TI TODO
QUE ME MATA
(TU QUE NAO SABES NADA,
Y VOY GRITAR Y TU NO OIR MI VOZ YA SIN VOZ
Y TU OLIDARAS TODO)


Correré el peligro de buscar a ciegas entre tanta luzes
eres tu sangre, tu que olvidas todo
tu que no sabes nada

QUIERO TU SANGRE,
TENGO SED,YO SOLO QUIERO SEGUIR CON ESTE INFIERNO
QUIERO SOMETERME A TU CONDICION

Y SER ALGO O PARTE AL MENOS

MAS NO SOY NADA

NO SOY NADA ESCRIBIENDO LO VIVIDO
NO SOY NADA ,SOY SUDOR Y LAGRIMAS ...
QUIERO TU SANGRE
PORQUE MUERO.

A.