17 abr. 2009

Hagadá de Pessach não para dois .5769

ימלא פי תהילתךכל היום תפארתךאל תשליכני לעת זיקנהככלות כוחי אל תעזבני

Nossos pais comeram o pão da aflição a cada dia quando nossos ancestrais estavam como escravos no Egito. Devemos então lembrar como chegamos até aqui ,com as mentes e corpos nutridos pelo pão da aflição.E como ainda hoje grilhões ainda aferram a tantos.

Hagadá de Pessach (Pessach não para dois)

Mais uma estrela no céu desponta
Não .Não conte a, por que o que teu dedo mostra ,vingará uma berruga.Abaixa.Mas não te esqueça.

Lembra as palavras de tua mãe.
Ouça as ,só.Contigo.
Apenas guarde as .E ao que o Criador disse,
Ata as palavras ao coração e dize-as pela manha.Dize-as também ao se levantar, ao caminhares e ao dormires.
Em todos dos dias de tua sórdida vida.
Lembra as a ti e ao filho que não tivestes em vida

Amanhã é o dia.O dia que aquele que nos cria
E edificou o mundo.E descansou nele
Deixa que a tarde estará escura
Cessa teu pranto
Receba a noiva com alegria

Shabath de Pessach.Segue ,povo, a eras peregrino.
Outros mais encontraram sua casa.
Onde estará a nossa, a Terra Prometida?

Deixa .Deixa a poeira abaixar
Passarão se os anos
E Por que daqui a pouco toda força nos consome

Deixa. Acenda a vela antes que escureça
Para que nossos filhinhos não temam a noite
E á porta não adentre o mal anjo
Talvez não seja mais época em que a nossos irmãos arrombem lhes as portas
Mas nesta terra ignota
Melhor dizer bem pouco
Pois mais tempo vive aquele que se cala

Vira o defunto para o canto
Entorne as vasilhas
Feche os olhos
E apenas espere

Um dia para todos nos virá o descanso.
E não teremos mais benzas sobre nossas cabeças
Senão apenas memória da bênção que nossos ancestrais faziam
Não teremos sobre nós aspergido ao vazio
O óleo de nosso sacrifício

Um dia
Nesta terra ou qualquer outra
Estará mais próxima de nosso horizonte
Yerushalaym,aqui ou onde
Aonde estará a destra do Soberano

Deixa.Não há para ti lugar naquela ceia
Deixa. E neste vale,cerre o pranto
Vaga te sozinho ,marrano sefardita ,simples vacante
Coisas que nossos semelhantes tem crido,todas insensatas
Cala-te
Deita.
Deita e olha as estrelas .
A terceira estrela já desponta

Como nos primeiros sinais de uma procura
Por primavera após um longo e escuro ,um infindável inverno.É hoje o dia.
Em pleno outono de folhas que delizam soleira adentro
A keara esta a mesa
E tudo rústico mas
Comemoraremos apenas nós mesmos as escondidas
Enquanto fecharemos as portas temendo que nos caluniem de sangue

Neste ano não teremos uma vez mais o cálice e a botija cheios ,
Mas aqui tão pouco, toma
Toma este pedaço de pão seco
Não neste há qualquer levedura
Erga- o aos céus para que este o abençoe.Salgue com o labor de teu corpo
O maror da amargura de exílio que e tua vida
Relembre har sinai
E a passagem talvez jamais possivel
Já este em nossa veia padece neste deserto mais que 40 anos
Apenas de esperança tem sido a matzot de nosso arduo trabalho
Veja.Na falta do vinho esta cachaça
O nosso rústico vinho da cana

Então,brindamos
Junto a nossos solitários convidados
Fecharemos as portas e sob vigília

Em nossa sobriedade ergamos o pão
E em nossa solidão de peregrinos lembremos de velhas historias
e nossos antigos nomes
Assim como um dia chamadas serão nossas almas do nosso longo exílio

Nesta terra a qual pertencemos
Ainda somos nós também outros peregrinos
E nossas frestas e janelas são vigiadas a cada momento

Nós mesmos pouco acreditamo-nos e nos conhecemos tao pouco,
Apenas temos a mácula no sangue
Nós irmãos:
Brancos, mais claros ,mais mulatos
Não meramente na tez ,ou narizes , costumes ou nossos sobrenomes
Somos tão iguais
E tão dessemelhantes
Um dia não teremos mais castas

Vinde.
E fecha a porta
Eis que a noiva se aproxima neste ocaso
Eis que subirá então a alva e por que vem ela, ladeada dos anjos.

Então Peregrino ,Vinde,é de caminhada mais irmão comigo que aqueles que tenho sangue.Descansa,vinde conosco á fogueira ,acolher se deste frio.Um dia ,se não a teu corpo, mas a tua alma convidarão te também à ceia.

Veja o vento bater a cortina
E os cães que latem
Seja Eliahu Hanavi
Que não se atem e mesmo a lares tão simples faz sua visita
Ele desceu da carruagem .É o enviado que não se importa com a mácula de nossa história

Vinde,hoje,
Vinde,agora,
Depois ,não mais apenas algum dia
Tão logo tudo se apaga
Um dia encontraremos descanso.E virá nos assim a esperança.

Yerushalaym Shel ZeAhav
En Leste-Oeste
Tan cerca, tan leja en nuestros soños.

2 comentarios:

Contradição Afirmação Guerra dijo...

Conferi seu blog. Muito interessanrte!

Anónimo dijo...

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