12 jul. 2009

AMIA (18 Julho)-Atentado faz 15 anos.

Vidas Marranas:Compósito subterfúgio de observação do mundo.Hasbará,Recordações e Narrativas do que fez-se em esquecimento.Alguma verdade ainda existe em porões do silêncio,câmaras soturnas nos quais não passou a Grande História.

"Recorda os dias do passado,lembra-os de geração em geração".Devarim

AMIA 1994

Naquela fría manhã de inverno buonarense de 1994 as sensações de horror,medo e repudio ante a barbárie atingiram bem o seio da comunidade judaica latina e a historia da Argentina. O terrorismo mostrava então seu desprezo pela vida antecipando o que anos mais tarde enlutaria o mundo inteiro com os atentados em Nova Iorque, Londres, Madri, Londres,Mumbai e muitos outros lugares.Vitimas e vitimas .O ódio as diferenças lhes arrancou aquela manhã.Deixo sem futuro ,sem sonhos e nos tirou a cada um a possibilidade de compartilhar momentos com os mesmos

Em meio as atividades para a celebração do centenário da Associaçao Mutual Israelita Argentina,AMIA,em 18 de Julho de 1994, as 9:53h ,um atentado destruiu o edifício,assassinando a 85 pessoas e ferindo a outras 300.Dois anos antes ,em 17 de março de 1992 um ataque com características similares contra a Embaixada de Israel em B.Aires já havia deixado 27 vitimas fatais e mas de 100 feridos.E nestes 15 anos muito se tem dito e escrito,porem ainda não se conhece a verdade e o atentado ,ainda que as autoridades ainda investiguem,segue impune.

São 85 historias que não puderam seguir sua trajetoria. Homens, mulheres, crianças,jovens.Judeus, católicos, argentinos, bolivianos .Todos haviam começado o dia com os pequenas tarefas cotidianas:trabalhar, estudar,ir ao medico, pagar contas, começar alguma dieta, comprar um presente, voltar a casa,...

Depois de tanto tempo ,o objetivo final sem duvida era que tudo terminasse no mais triste esquecimento ,porem isto não se cumpriu.Porque o exercício da memória pelas 85 vitimas, irmãos latinos,permanecem mais vivas do que nunca junto a reivindicação por justiça.



ימלא פי תהילתךכל היום תפארתךאל תשליכני לעת זיקנהככלות כוחי אל תעזבני


"Mas dizem os meus motejadores:Que poderias tu,se és um só ,contra tantos? Só deploro ser esmagado pelo número,contudo esses vossos pensamentos e palavras ainda mais refervem meu interior e bradar que é impiedade ter piedade de ímpios,soberbos,contumazes e obstinados.Vencerei-os pela argumentação" Uriel da Costa

AMIA 1994

Aquella fría mañana de lo de 1994 ,en invierno ,las sensaciones de medo, horror y repudio ante semejante barbarie se apoderaron de la sociedad y en nuestra America. El terrorismo mostraba así su desprecio por la vida anticipando lo que años más tarde enlutaría al mundo entero con los ataques en Nueva York, Madrid, Londres, Bombay, entre muchos otros.El odio por las diferencias y la intolerancia les arrancó el mañana. Los dejó sin futuro, sin sueños y nos quitó a cada uno de nosotros la posibilidad de compartir un momento con ellos.

En medio de las actividades para la celebración por el Centenario de su creación, el 18 de julio de 1994 a las 9.53hs, un atentado terrorista destruyó el edificio, asesinando a 85 personas e hiriendo a otras 300. Dos años antes, el 17 de marzo de 1992, un ataque de similares características contra la Embajada de Israel en Buenos Aires, había dejado 27 víctimas fatales y más de 100 heridos. Y En estos 15 años se han dicho y escrito muchísimas cosas, pero que aún no se conoce la verdad. El atentado sigue impune.

Son 85 historias que no pudieron seguir su historia. Hombres, mujeres, chicos, grandes, judíos, católicos, argentinos, bolivianos. Todos habían comenzado el día con los pequeños objetivos cotidianos: trabajar, estudiar, ir al médico, pagar los impuestos, empezar una dieta, comprar un regalo, volver a su casa.

Después de tanto tiempo, el objetivo final que sin dudas era que todo termine en el más triste de los olvidos, y no se cumplió. Porque el ejercicio de la memoria por las 85 víctimas y el permanente reclamo por la justicia, siguien más vigentes que nunca.

1 comentario:

Anónimo dijo...

esquecer jamais!