1 ene. 2009

NOTA DA CONIB SOBRE A ATUAL SITUAÇÃO NO ORIENTE MÉDIO

Aqui a nota oficial da Conib.Mais abaixo um artigo sobre Tzahal X Hamas em Gaza, no qual tento abordar a questão da virulencia aos ataques a Israel e as perigosas generalizações que estão acontecendo na midia.É leitura necessaria para compreender a propria nota da CONIB por favor ,leiam antes de me criticarem.

Aos radicais de ambos os lados:não vamos importar o conflito para terras tupiniquins.Infelizmente uma das razões que me fizeram passar a moderar os comentários.

"Recorda os dias do passado,lembra-os de geração em geração".Devarim


EDIÇÃO EXTRA - 01/01/2009
COMUNICADO SOBRE A ATUAL SITUAÇÃO NO ORIENTE MÉDIO

A Confederação Israelita do Brasil - CONIB - expressa sua mais alta preocupação com os episódios ocorridos em Israel e na Faixa de Gaza. Lamentavelmente, todo este fato retarda o processo para a paz na região, o que só pode ser conseguido mediante o desejo verdadeiro de diálogo entre judeus e palestinos.

Entretanto, há que reconhecer também o direito do Estado de Israel em legitimamente se defender de ataques terroristas da milícia do Hamas. Desde 2005, Israel se retirou de Gaza, dando autonomia completa à Autoridade Palestina para que ali exercesse sua liderança. O fato é que a partir de 2006, esta mesma Autoridade Palestina foi expulsa progressivamente da região, foi dominada pelo Hamas, definido tanto pela União Européia, como pelos Estados Unidos, como um grupo terrorista internacional.

Para que o diálogo possa existir entre Israel e o Hamas, três condições são fundamentais: o reconhecimento pelo Hamas do Estado de Israel, o compromisso de dar seguimento a acordos previamente estabelecidos entre Israel e os palestinos em gestões anteriores e o final da violência. Em nenhum destes pontos houve qualquer sinalização positiva. Muito pelo contrário, pois o Hamas insiste num ponto único, a destruição do Estado de Israel.

As últimas semanas foram marcadas por disparos permanentes de morteiros e foguetes contra civis israelenses. As tentativas de diálogo para que isso fosse interrompido se revelaram absolutamente infrutíferas. Frente a esta situação, Israel não teria alternativa que não a de defender seus cidadãos e exigir que seus vizinhos tenham um comportamento de convívio adequado.

Muitos argumentam que existiriam alternativas não militares para Gaza. De fato, concordamos com isto, desde que os próprios palestinos que ali vivem decidam entre querer um convívio de diálogo e de mútua aceitação ou se preferem uma postura beligerante e extremista como a do grupo terrorista Hamas, que prega a destruição do Estado judeu.

Desejamos que o diálogo seja imediatamente restabelecido e a paz alcançada. Entretanto, não podemos aceitar passivamente que atitudes que preguem destruição de um Estado, sejam elas menores ou maiores, continuem a ser responsáveis pela morte de civis, como vi acontecendo. Israel, assim como todas as nações, tem absoluto direito de se defender.

Claudio Lottenberg - Presidente CONIB

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