18 dic. 2008

Uf Gozal /Voe Passarinho


http://www.kurthalsey.com/work.html creditos da imagem , neste site de um artista indicado por uma amiga.
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Uf Gozal é uma belissima canção a qual na versão do rockeiro israelense Gid Gid, ganha proporçoes ainda mais profundas. Aqui faço uma traduçao , grosseira, mas por que assim também proposital.
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Uf Gozal (Voe filhote, ou ao meu entendimento "Voe passarinho,voe") .
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Sim, eu penso comigo que mundo maravilhoso, e não poderia ser diferente ."What Wonderful world" (na voz de Louis Armstrong) completa a metafora . Prisão,o vôo num sonho, o canto aprisionado, o mundo belo e das possibilidades, mas talvez impossivel .Com vocês, "Uf gozal".
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Uf Gozal

Hagozalim sheli azvu et haken
Parsu knafayim ve'afu
Va'ani tzipor zkena nisharti Baken
mekave me'od shehakol yihe beseder
Tamid yadati sheyavo hayom
shebo tzarich lehipared
Aval achsahv ze ba li kacha pit'om
az ma hapele she'ani ktzat do'eg

Uf gozal chatoch et hashamyim
Tus le'an sheba lecha
Rak al tishkach yesh nesher bashamyim gur lecha

Achshav nisharnu levadenu baken
aval anachnu beyachad
Chabki oti chazak tagidi li ken
al tid'agi beyachad kef lehizdaken

Uf gozal…. Uf Gozal ....
Ani yode'a shekacha ze bateva ,vegam ani azavti ken
Aval achshav ksheba harega az ,machnik ktzat bagron

Uf gozal...
O meu pequeno pássaro saiu em busca de sua própria vida
Abriu as asas e voou.
E eu, já velho , fiquei aqui no ninho
Desejo de verdade que tudo dê certo para você
Sei que chegaria o dia
Mas agora tudo chega assim tão de repente
É um milagre, mas me preocupo um pouco
Voe, meu pequeno pássaro
Voe até onde puder
Apenas não se esqueça
Há gaivotas no céu
Cuide-se bem
Sozinho aqui no ninho
Mas ainda estaremos juntos
Abrace-me forte, diga que sim
Não se preocupe. Envelheceremos juntos
Eu sei que tudo acontece assim mesmo na natureza
E eu também tive que abrir minhas asas
Mas agora que é chegado o momento
Sinto um nó em minha garganta...
Voe, pequeno pássaro
Voe até onde puder
Apenas não se esqueça
Há gaivotas também no céu
Cuide-se bem
Vidas Marranas: Um pretenso espaço, compósito subterfúgio de observação do mundo.Alguma verdade ainda existe em porões do silêncio, câmaras soturnas nos quais não passou a Grande História.

"Recorda os dias do passado,lembra-os de geração em geração". Devarim

5 comentarios:

Anónimo dijo...

tem outra versao diferente desta tb

Emília Sandler dijo...

Por acaso entrei nesse blog, mas considero suspeitíssimos os argumentos do tal professor universitário Roberto Leite do núcleo do PT defendendo a intromissão de Lula em Honduras.São dois pesos e duas medidas Que engraçado Lula só defende a "democracia" quando convém! Parece queo tal Roberto Leite não sabe que não são só os golpistas de Honduras que agem com "truculência" e metem suas vítimas em "estádios de futebol", não era só Pinochet que fazia isso, Saddan Hussein também fazia isso e o governo iraniano não só faz isso como faz pior: inforca em praça pública! Mas isso pode por que Lula é amiguinho de Ahmadinejad! Eu só me arrependo de uma coisa na vida: votei no Lula durante 20 anos! Emília Sandler - professora de História

Emília Sandler dijo...

E mais: se Lula se preocupasse com direitos humanos já teria condenado esse tirano do Ahmadinejad que várias vezes negou o Holocausto e prometeu terminar aquilo que Hitler começou, e só lamentou que os judeus não estão todos juntos em Israel para a destruição ser mais fácil e total. E Lula defende esse louco tirano dizendo que o Irã tem direito de desenvolver usina nuclear! Muito maior que o cinismo da mídia empresarial, sr. Roberto Leite, é o cinismo de voces que botaram o mensalão prá debaixo do tapete, defendem a sujeirada do Sarney e todo o bando do Congresso e ainda botaram o PT lá em Teerã para aproximação com o partido iraniano tão sujo, tão podre, tão maquiavélico e tão nojento quanto o PT, o PSDB, o PMDB, etc...
Emília Sandler - professora de História - RS

Anónimo dijo...

O governo Lula é um horror, dos piores que o Brasil já teve. Surfou na estabilidade monetária que FHC implantou, nas políticas sociais que dona Ruth havia iniciado e numa situação internacional favorável para, com sorte, ter ventos favoráveis. Ainda assim, o Brasil cresceu menos do que a China e outros países emergentes, não aproveitou tudo o que podia naquela conjuntura. Ai chegou a crise, Lula subestimou-a, demorou para tomar medidas, apesar disso seguiu aumentando o gasto publico, quando deveria incrementar o ajuste fiscal, diminuir as despesas da administração, suspender ou cancelar os prometidos aumentos de salários dos funcionários públicos, suspender ou cancelar obras do Pac — em suma, reimpor a austeridade fiscal que FHC implantou.

O governo aparelha os cargos públicos, usa empresas estatais como a Petrobras para financiar projetos do PT e da CUT, acoberta a corrupção do PMDB para tê-lo como aliado nas eleições presidenciais de 2010, lança uma candidata sem experiência política, faz campanha em torno das realizações do governo.

O governo privilegia alianças com os países pobres — da América Latina e do Sul do mundo —, prefere ser líder dos atrasados, ao invés de privilegiar alianças com os países desenvolvidos. Faz concessões a países vizinhos como a Bolívia, a Venezuela, que desenvolvem políticas populistas, afetam nossos interesses, colocam em risco a democracia nesses países — como o que ocorre com a imprensa privada na Venezuela ou com os estados da meia lua na Bolívia.

Essas cantilenas ouvimos e lemos todos os dias nos jornais, rádios e televisões.Agora de uam respeitavel professora universitaria . Podem os argumentos mesmo parecer coerentes a alguns. Mas somente 6% da população, mesmo em tempos de crise econômica, apoia essas posições. Baixíssima produtividade dos que produzem e reproduzem essas cantilenas. 80% acham outra coisa, apesar de não dispor dos argumentos favoráveis, porque a imprensa não reproduz as razões das políticas governamentais.

O povo não está de acordo com afirmações que se insiste fazer passar como consensos nacionais, mas que correspondem aos interesses de setores minoritários do país, como as de que “gastar dinheiro com pobre não vale a pena”, de que “o Estado deve cobrar menos impostos”, “o governo deve ter menos participação na economia”, “o governo não deve contratar mais funcionários”, entre outras .

O povo se dá conta de que os gastos com políticas sociais favorecem a grande maioria, promovem a justiça social, um Brasil para todos. O povo percebe que a tributação significa colocar dinheiro nas mãos do Estado para fazer essas políticas, que buscam compensar as desigualdades e injustiças produzidas pelo mercado. O povo sabe que o Estado intervém na economia para promover o desenvolvimento econômico, para distribuir renda, para defender os interesses nacionais. O povo se dá conta de que os funcionários públicos contratados pelo governo são, em sua grande maioria, professores para as escolas públicas, médicos, enfermeiras, dentistas, para o serviço público de saúde, fiscais para controlar as normas de funcionamento da economia e da sociedade em geral, são pessoas para atender aos serviços que o Estado oferece à população.

São duas concepções de Brasil que se chocam cotidianamente na imprensa e o povo tem se decidido, por 80% a 6%, a favor de uma delas, a de um Brasil para todos e não apenas para alguns, como tinha sido ao longo de tanto tempo.


Ricardo Abrãao Moreira

Agora quanto ao Irá, ate mesmo Rabin apertou a mão de Arafat.Confundir mera diplomacia de chefe de Estado com outra coisa e ignorancia,pois o mesmo Lula cancelou a primeira visita do 'parceiro iraniano',mas recebeu o xenofobo e racista Avigdor Liberman no Brasil.Ah professora nao ouse me chamar de antissemita ,sou judeu e estive em Israel e posso afirmar, o que falta para tornar o Lieberman um Ahmadinejad é ainda a existencia de uma sociedade israelense critica ,diferente dos muitos judeus de galut que tem esta mania de chamar o sindico.

passar bem

Anónimo dijo...

ah...durante o Apartheid qual dos maiores aliados de Israel, a Africa do Sul.Por seu raciocinio brilhante entao tornaria todo o estado de Israel um governo facista,não?E esquecendo nos entao dos inumeros judeus la da Africa do Sul mesmo que lutaram contra o apartheid...


brihante metodo de raciocinio!