14 oct. 2008

5769 e a vida pétrea.

5769 pela tradição judaica. 2008 da era comum.Depois de Yom Kippur e das eleiçoes marcadas pelo continuismo ,chegamos a Sucot. A Festa das cabanas.

Precisamos aprender a morar de novo.Tornar da nossa necessidade de teto e proteção uma obrigaçao para todos. Atingivel a todos.


"A Sucá nos lembra das Nuvens de Glória que rodearam nosso povo durante sua peregrinações pelo deserto a caminho da Terra Prometida. Todos então viram a especial proteção Divina, que D'us lhes concedeu durante aqueles anos difíceis. Mas embora as Nuvens de Glória desaparecessem no quadragésimo ano, na véspera da entrada na Terra de Israel, nunca cessamos de acreditar que D'us nos dá Sua proteção, e esta é a razão de termos sobrevivido a todos nossos inimigos em todas as gerações (...)

A sucá nos lembra que confiamos em D'us para nossa proteção, pois a sucá não é nenhuma fortaleza, nem ao menos fornecendo um telhado sólido sobre nossa cabeça. Lembra-nos também de que a vida nesta terra é apenas temporária."

Acrescentando a sapiencia Drummondiana,isto por que a vida, a vida é simplesmente pétrea.



Puis-je au moins sortir la tête
et oublier qu’ici, on ne sort pas
Mais je sais bien que ma petite ville arrête

Les plus belles espérances en contrebas
Puis-je au moins sortir la tête ?

nous on croyait qu’on serait
loin et déjà revenus
Qu’à prendre la traverse en chemin, on fuirait nos ombres

Peut-on jamais savoir où être,
là dans mon trou à rats, on ne pense
je sais bien que ma petite ville arrête
Les plus belles espérances en contrebas

Mais nous on croyait qu’on serait
loin et déjà revenus
Qu’à prendre la traverse en chemin, on fuirait nos ombres

Peut-on jamais savoir où être,

dans mon trou à rats, on ne pense pas
Mais je sais bien que ma petite ville arrête

Les plus belles espérances en contrebas
Mais nous on croyait qu’on serait
loin et déjà revenus
Qu’à prendre la traverse en chemin, on fuirait nos ombres

"Acordar, viver

Como acordar sem sofrimento?

Recomeçar sem horror?

O sono transportou-me

àquele reino onde não existe vida

e eu quedo inerte sem paixão.

Como repetir,

dia seguinte após dia seguinte,

a fábula inconclusa,

suportar a semelhança das coisas ásperas

de amanhã com as coisas ásperas de hoje?

Como proteger-me das feridas

que rasga em mim o acontecimento,qualquer acontecimento

que lembra a Terra e sua púrpura demente?

E mais aquela ferida que me inflijo a cada hora,

algoz do inocente que não sou?

Ninguém responde,

a vida é pétrea."