28 ene. 2009

Yad Vashem: "El Holocausto fue el fracaso de los valores humanos".

"Recorda os dias do passado,lembra-os de geração em geração"Devarim


Alexander Abraham, El director del banco de datos de víctimas de la Shoá directivo de la Autoridad para el Recuerdo de los héroes y mártires del Holocausto, destacó que la Shoá fue el fracaso de los valores humanos, y que para recuperar esos valores, hay que estudiar, reflexionar e informarse con documentación autentica .“El recuerdo significa que todavía hay gente a la que le interesa el tema del Holocausto, el genocidio que se cometió, aquello fue el fracaso de los valores humanos”

Durante la Segunda guerra mundial hubo una Europa que falló, porque una cultura tan civilizada no pudo haber permitido semejante crimen. Debemos poner signos de exclamación y reflexionar sobre el nivel de barbarie y enfatizar la educación en los jóvenes para que esta tragedia y desgracia humana no se repítase, se educa hablando de cómo fue que sucedió, como lo hacemos desde Yad va Shem con información clara y correcta para contrarrestar la información falsa que circula en el mundo, nosotros colaboramos con la difusión de fotografías y documentos

Como mensaje para la humanidad se debe " estudiar, aprender de la historia, pensar, reflexionar, estamos abiertos desde la escuela internacional de estudios de la Shoá a que vengan, aprendan a luchar de esa manera que no debe existir racismo, antisemitismo, ni ningún tipo de discriminación. Se deben respetar los valores, la gente debe saber lo que ocurrió".

El 27 de Enero fue declarado por la ONU, como el Día Internacional del Holocausto, en recuerdo a la liberación del campo de concentración de Auschwitz en 1945. Al referirse al significado del lugar histórico Abraham dijo: "es el símbolo de la Shoá, de la muerte, del exterminio, pero el Holocausto no es sólo Auschwitz, sino toda una maquinaria de la muerte organizada".

Finalmente el historiador hebreo expresó que "fue una tragedia del pueblo judío, es algo que sigue ocurriendo, por eso es importante dirigirlo a las poblaciones que no tienen acceso preciso, vivimos en una época en que la mala fe no tiene límites y si las masas deben cerciorarse de la verdad". Por último como reflexión sobre la fecha, indicó Abraham, que hay entender integralmente, internalizar, difundir para que ser genere una conciencia y se transmita de generación en generación".

http://vidasmarranas.blogspot.com/2009/01/em-defesa-de-israel-idf-e-o.html



3 comentarios:

Anónimo dijo...

Para sua informação ,do Alef.

VENEZUELA URGENTE - VÂNDALOS ATACAM SINAGOGA EM CARACAS


Um grupo armado de 15 pessoas dominaram os dois seguranças da mais antiga sinagoga de Caracas, capital da Venezuela, invadindo o local na noite de sexta-feira passada, onde permaneceram até às 3 horas da madrugada de sábado . Neste ato que representa o mais grave incidente contra os judeus venezuelanos ocorrido até hoje, os vândalos destruíram objetos religiosos e grafitaram as paredes da casa de orações com frases como “Nós não queremos assassinos e judeus, saiam.” O ministro do exterior da Venezuela, Nicolas Maduro, condenou o ataque mas disse que respeitava o povo judeu e pedia respeito ao povo palestino e ao seu direito de viver.

Os líderes da comunidade judaica da Venezuela, estimada em 15.000 pessoas, denunciaram que chamamentos feitos por Chavez contra Israel, e os ataques da imprensa patrocinada pelo governo, encorajaram os ataques de sexta-feira.

“Estas declarações permeiam a sociedade” disse Abraham Levy, presidente da Confederação Venezuelana das Associações Israelitas”. O incidente obrigou a sinagoga a cancelar os ofícios religiosos do sábado.

Vale lembrar, que recentemente uma comitiva de dirigentes do Congresso Judaico Mundial e do Congresso Judaico Latinoamericano estiveram reunidos com Hugo Chaves, em Caracas, e anunciaram que Chavez havia prometido combater o anti-semitismo. Na época, a imprensa israelense reagiu com ceticismo a este anuncio, pois
Chavez é aliado de Mahmoud Ahmadinejad do Irã.

O governo demagógico e ditatorial de Chavez mostra suas garras ao permitir uma constante campanha na mídia que difama o Estado de Israel e estimula atos anti-semitas como a violação e a depredação de uma sinagoga.


Qual seu comentário sobre? Chavez não é seu compañero de ezquierda?

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Anónimo dijo...

''A mídia regional que apóia Chávez divulga quase que diariamente noticias e estórias anti-semitas - e não apenas anti-Israel. No dia 22 de janeiro uma história de autoria de Emilio através do www.aporrea.org conclamava para ''denunciar publicamente, com os seus nomes completos, os membros dos poderosos grupos judaicos que tenham presença na Venezuela”, e também publicamente exigia que “qualquer judeu em qualquer rua, praça pública ou centro comercial, assuma uma posição através de gritos com slogans de apoio à Palestina e contra o aborto de Estado que é Israel

Neemiah Itzaac dijo...

Meu caro,
Não sei quem és, tampouco irei ataca-lo ,ainda que anônimo ou não. Este tipo de comportamento simplório e de acusações, a qualquer grupo, digo bem claro,qualquer grupo, em nada acrescenta senão inventa e cria perseguições, historias de conspiração,etc ,etc. Ou seja, consiste em uma grande irresponsabilidade tal comportamento de alguém que planeja mostrar-se bem informado. Opinião é diferente de mera repetição.Por favor, não me atenha a um chavismo.Tampouco sou a um esquizoide vitismista.

Se interessar ,leia, o que coloco abaixo.

Ass: Vidas Marranas.blogspot

CARACAS (AFP) - O presidente venezuelano, Hugo Chávez, reiterou nesta quarta-feira sua condenação ao ataque contra a principal sinagoga de Caracas, enquanto o chanceler Nicolás Maduro se reuniu com dirigentes da comunidade judaica venezuelana para expressar seu respeito por esse grupo religioso.


"Acusam-me de anti-semita. Não, eu não odeio os judeus e faço um apelo aos judeus venezuelanos para que não se deixem manipular. O governo rejeita qualquer agressão a qualquer templo judaico, católico, muçulmano, ou de qualquer credo", insistiu.
Na madrugada de sábado, desconhecidos invadiram a Sinagoga Principal de Caracas, onde destruíram objetos de culto e escreveram frases como "Israel, malditos" e "Fora, judeus", nas paredes.

Chávez denunciou que "a burguesia venezuelana" tenta transformar a invasão em um "escândalo mundial" para gerar um clima de violência adverso ao governo, às vésperas do referendo para emendar a Constituição.

Após se reunir hoje com líderes judeus, o chanceler garantiu que "foi uma conversa muito frutífera (...) Nós lhes dissemos pessoalmente, em nome do presidente (Hugo) Chávez, nosso repúdio e a condenação absoluta ao ataque contra o local sagrado da comunidade judaica na Venezuela".
Maduro declarou que o ataque foi uma "operação cirúrgica com um alto nível de profissionalismo" e disse acreditar em que a investigação levará aos responsáveis.

"Vamos capturá-los e vamos puni-los com todo o peso da lei, quem quer que seja", prometeu o chanceler.